segunda-feira, 28 de fevereiro de 2005

Ayyam-i-Ha

"Iniciaram-se os dias que Tu que designaste como Ayyam-i-Ha (os Dias de Ha, dias intercalares) em Teu Livro, ó Tu que és o Rei dos Nomes, e aproxima-se o jejum que a Tua mais enaltecida Pena decretou que observassem todos os que estão no reino da Tua criação." Bahá'u'lláh.

Em todo o mundo os baha'is celebram neste momento o Ayyam-i-Ha (também referidos como "Dias Intercalares"). Trata-se de um período festivo, onde se realizam várias festas, se trocam lembranças (as crianças adoram estes dias!), visitam-se familiares e organizam-se várias actividades sociais. Todas estas actividades decorrem entre os dias 25 de Fevereiro e 1 de Março, e são vistas como uma preparação para o jejum que decorre entre os dias 2 e 20 de Março.

Tenham um feliz Ayyam-i-Ha!

2 comentários:

Pdivulg disse...

Não quero comentar os dias intercalares, mas antes o estranho resultado do inquérito que está neste blog: Tanta gente respondeu que Deus não existia!?
Preocupante...
Que não se siga nenhuma religião é uma opção, mas que se negue a existência de Deus é uma preocupante regressão...
PDivulg ( http://lacosazuis.blogs.sapo.pt)

Marco disse...

Laço Azul: obrigado pela visita.

Haver tanta gente a negar a existência de Deus é um desafio para qualquer crente e também um bom pretexto para estimulantes debates e trocas de ideias. Geralmente nesses debates, acabamos por descobrir que apesar dessa diferença de crença na existência de Deus, temos valores comuns que assentam, por exemplo, na Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Eu não diria que negar a existência de Deus se trata de uma regressão, mas de um exercício de liberdade de crença a que todos temos direito. Uma regressão, propriamente dita, surge quando, por exemplo, vemos que a religião ser usada para fomentar ódios e guerras entre os povos.

'Abdu'l-Bahá, o filho de Bahá'u'lláh afirmou em várias ocasiões: "Qualquer religião que não seja causa de amor e unidade, não é religião" e também "Se a religião se torna motivo de ódio e amargura, então é melhor não ter religião".