quinta-feira, 16 de fevereiro de 2006

Dois Mundos

Um dos problemas actuais da humanidade:



(recebida por email)

8 comentários:

george wesley disse...

Only the little band of Baha'is around the world can bridge that gap between the two worlds, it seems to me. Looking at comments today on my wife's blog to a post she made about Islam, I am astounded at the depth of anti-Muslim feeling and the total lack of understanding or empathy by her non-Baha'i commentors. Only the Baha'i story is big enough to include us all.

Anónimo disse...

Marco

Tenho um reparo a fazer ao desenho. Aquela simetria toda parece querer dizer que a culpa é repartida em partes iguais pelos dois lado. Se é assim, e correndo o risco de me criticarem por chauvinismo, tenho que dizer que a bola está do lado do Islão. Nós já fizemos a nossa parte (veja-se como os muçulmanos são tratados no Ocidente). Eles agora têm que fazer a parte deles (veja-se como os não-muçulmanos são tratados no países islâmicos).
E quando o george diz "only the little band of Baha'is around the world can bridge that gap between the two worlds" eu vejo nessas palavras, e sem qualquer ironia, a confirmação do que eu digo acima. Basta reparar onde é que os bahais têm dificuldades para fazer ouvir a sua voz...

Anónimo disse...

Esqueci-me de assinar o psot anterior.

Anonymus #2

Marco disse...

Anonymous #2,

Eu entendo a simetria e a ponte que se desfaz como sociedades - com modos de vida e concepções da realidade bem diferentes - que se entendem cada vez menos. No desenho nada sugere quem é o responsável pelo mau estado da ponte; apenas se mostra que o facto da ponte se desfazer é um problema.

Na verdade, pelo facto dos baha’is aceitarem Maomé como um Profeta isso permite-lhes compreender um pouco da realidade destes dois mundos. De alguma forma tenho tentado fazer isso aqui neste blog; faço sempre uma distinção muito clara entre o Islão e o radicalismo islâmico. Enfim, vou tentando estabelecer uma ponte; se há gente com vontade de atravessá-la, isso já é outra conversa.

george wesley disse...

A bridge is a powerful metaphor:

Qur’án 21:48; 19:37, etc. In Islám the Bridge of Sirat, sharp as a sword and finer than a hair, stretches across Hell to Heaven.

Referred to in the Writings of the Bab, predecessor to Baha'u'llah:

“O concourse of divines! Fear God from this day onwards in the views ye advance, for He Who is Our Remembrance in your midst, and Who cometh from Us, is, in very truth, the Judge and Witness. Turn away from that which ye lay hold of, and which the Book of God, the True One, hath not sanctioned, for on the Day of Resurrection ye shall, upon the Bridge, be, in very truth, held answerable for the position ye occupied.”"

Marco disse...

George,

The Baha'is maybe able to build several bridges between Islam and tthe West. But what if people don't want to cross such bridges?

george wesley disse...

The definition of "crazy" is to do the same thing over and over and expect a different result. People will have the courage to cross the bridge when they are sick and tired of the craziness of this world. When we are brought to our knees in pain and agony, then we are receptive. You quoted from the passage known as "The True Seeker" on your blog previously: "He must so cleanse his heart that no remnant of either love or hate may linger therein, lest that love blindly incline him to error, or that hate repel him away from the truth." Then the true seeker is ready to cross the bridge.

AlTaher disse...

De acordo. A separação de um mundo onde " deus morreu" face a um mundo onde "Deus renasceu". Haverá hipóteses de entendimento? Era bom que assim fosse. Tenho dúvidas.