Bom, parece que a minha colega, Ana Catarina, fez um trabalho e uma boa projecção do budismo. Parece que o representante até é presidente, o xeque também é o principal protagonista, só que o nosso Marco não é lieder da Fé Bahá'í porque nós não temos lieders. Mas enfin foi uma razoável entrevista.
«E Fradique, com toda a singeleza, confessou que se demorara tanto nas margens do Eufrates, por se achar casualmente ligado a um movimento religioso que, desde 1849, tomava na Pérsia um desenvolvimento quase triunfal, e que se chamava o Babismo.»
2 Comentário(s):
Marco,
bom dia!
excelente matéria,
este tipo de diálogo deveria ser eterno.
parabéns a todos que participaram dele.
abraço
Amir Shafa - Brazil
Bom, parece que a minha colega, Ana Catarina, fez um trabalho e uma boa projecção do budismo. Parece que o representante até é presidente, o xeque também é o principal protagonista, só que o nosso Marco não é lieder da Fé Bahá'í porque nós não temos lieders. Mas enfin foi uma razoável entrevista.
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