segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Concílio Vaticano II, 50 Anos Depois

José María Castillo é um dos Teólogo da Libertação, espanhol, jesuíta até Maio de 2007, data em que abandona a Companhia de Jesus. Foi Professor Catedrático na Faculdade de Teologia de Granada, professor convidado na Universidade Pontifícia Gregoriana de Roma, na Universidade Pontifícia Comillas, em Madrid e na Universidade Centroamericana "José Simeón Cañas" de El Salvador.

Em 1988, foi proibido pela Congregação para a Doutrina da Fé (Vaticano) de dar aulas na Universidade de Granada. Foi vice-presidente da Asociación de Teólogos y Teólogas Juan XXIII. Presentemente dedica-se a coordenar e a organizar cursos, conferências, congressos, seminários, etc. por toda a Espanha e América Latina. Em 2011 recebeu o doutoramento Honoris causa pela Universidade de Granada.

domingo, 28 de outubro de 2012

Aos 85 anos condenado por ser Bahá'í

Um cidadão iraniano com 85 anos de idade, Mohammad Hussein Nakha'i foi condenado a 3 anos de prisão por ser membro da comunidade Bahá’í.

De acordo com um relatório da Human Rights Activist News Agency (HRANA), o Sr. Mohammad Hussein Nakha'i, com 85 anos, residente na cidade de Birjand cidade cinco meses, foi detido e acusado de propaganda contra o regime e por ser membro da Comunidade Bahá'í foi condenado a 3 anos de prisão pelo tribunal revolucionário local.

Durante os primeiros anos da República Islâmica, o sr. Nakha'i já tinha cumprido uma pena de cinco anos na prisão de Gonbad, devido à sua religião.

--------------------

FONTE: 85 year old Baha’i man was sentenced to three years in prison

sábado, 27 de outubro de 2012

terça-feira, 23 de outubro de 2012

RENASCENÇA: Irão aperta o cerco a minorias religiosas

Cristãos e muçulmanos sunitas estão entre as comunidades perseguidas, mas os bahá’i são quem tem a vida mais difícil, alerta o relator especial das Nações Unidas.

O Irão tem aumentado a perseguição às minorias religiosas, considera o relator especial das Nações Unidas para os direitos humanos no Irão, Ahmed Shaheed.

A situação é complicada para todas as minorias, incluindo cristãos e muçulmanos sunitas, que gozam de reconhecimento oficial, mas segundo Shaheed quem mais sofre são os fiéis da comunidade Baha’i, que não é reconhecida, sendo tratados como hereges.

“Globalmente diria que os Bahá’i são a minoria mais perseguida no Irão. O número de fiéis detidos tem aumentado e neste momento já ultrapassa a centena, de acordo com informações a que tive acesso. Eles enfrentam toda uma série de discriminações, desde não poderem praticar a sua fé à negação de uma série de serviços básicos”, disse Shaheed, adiantando ainda que muitas vezes os Bahá’i são acusados de serem uma ameaça à segurança nacional.
Ahmed Shaheed preocupado com perseguição a minorias religiosas no Irão

A religião Bahá’í nasceu na Pérsia no século XIX, fundada por Mírzá Husayn-'Alí, conhecido como Bahá'u'lláh, que significa “A Glória de Deus”. Ainda existem naquele país cerca de 300 mil seguidores, que constituem a maior minoria não islâmica do Irão.

O Irão é uma teocracia cuja religião de Estado é um ramo do Islão Xiita. O país permite um certo grau de liberdade de prática religiosa para comunidades tradicionais de cristãos, judeus e sunitas, mas não permite qualquer forma de proselitismo nem conversões do Islão para qualquer outra religião.

De fora ficam as igrejas evangélicas cristãs, que se têm multiplicado no país, mas que são ilegais. Segundo Ahmed Shaheed cerca de 300 cristãos foram detidos desde meados de 2010: “Actualmente andam atrás de convertidos. Aqueles que se convertem do Islão, por exemplo, para o Cristianismo, são perseguidos e aqueles que evangelizam também são perseguidos”, afirmou, num encontro promovido pela International Peace Institute, em Nova Iorque.

Sanções afectam direitos humanos

O relator especial para os direitos humanos no Irão, que é natural das Maldivas, mostrou-se também preocupado com os efeitos das sanções impostas pelos países ocidentais sobre aquele país, considerando que estas ameaçam os direitos humanos dos cidadãos.

“Há relatos de falta de bens que têm um impacto sobre a capacidade de as pessoas realizarem os seus direitos humanos básicos, por exemplo de medicamentos”, afirmou, salvaguardando que não pode falar com autoridade sobre este assunto sem fazer mais investigação.
--------------------
FONTE: Irão aperta o cerco a minorias religiosas (Rádio Renascença)

sábado, 20 de outubro de 2012

Management vs. Leadership

Kambiz Poostchi, architect and systemic consultant for enterprises, is convinced that out present problems are systemic in nature and that they cannot be solved by price-meal-thinking and fragmented actions. Systemic leadership he considers being a key-function for organizations to be redefined. Filmed at EBBF Conference, Ericeira, Portugal.

domingo, 14 de outubro de 2012

THE GARDENER by Mohsen Makhmalbaf (Trailer)



'The Gardener', Mohsen Makhmalbaf's most recent creation, was filmed in Israel in the cities of Haifa and Jerusalem. 'The Gardener' will premiere at the 17th Busan International Film Festival, to be held October 4 - 13, 2012. Following Busan the film goes on screen in Beirut Film Festival on the 9th of October 2012 in Lebanon.

The film illustrates the clash between two Iranian generations regarding their perspectives on the positive and negative effects of religion on society. Makhmalbaf and his son, Maysam, represent each of these generations. 'The Gardener' is also an exploration of the principles and beliefs of the Baha'i Faith, a religion that originated around 170 years ago in Iran and counts today with millions of followers throughout the world. "Many of us Iranians," says Makhmalbaf, "know more about religions and schools of thought from Indian, Chinese, or Japanese origin than religions that have grown out of Iran. Maybe this has been willed by censorship. 'The Gardener' is an attempt to break this censorship."

domingo, 7 de outubro de 2012

A Fé Bahá'í, nas palavras de Amin Egea

Programa Caminhos, emitido hoje na RTP2.
Amin Egea, da Comunidade Bahá'í de Barcelona, responde a várias questões sobre a Fé Baha'í.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

O exclusivismo religioso é incompatível com a realidade actual

Especialmente no mundo globalizado dos nossos dias, em que os destinos, não só das nações como também de continentes inteiros, estão profundamente entrelaçados, a aceitação da realidade de outras fés é crucial para a paz e a felicidade humana. Além do mais, devido à comunicação moderna, ao turismo e à economia global, as religiões do mundo mantêm entre si um contacto diário. A era que em uma tradição e fé podia existir num ambiente completamente isolado desapareceu para todo o sempre. Tendo em conta esta nova realidade no nosso mundo, a única alternativa ao pluralismo religioso é um sentimento crescente de divisão e conflito. Por isso, em suma, o exclusivismo representa uma perspectiva incompatível com a realidade.

Dalai Lama, Caminhos da Fé, pag. 154