terça-feira, 27 de novembro de 2012

Hungria: Personalidades em defesa dos Direitos Humanos no Irão

Na Hungria, um grupo de conhecidas personalidades, juntaram-se numa campanha para mostrar o seu apoio às vítimas de abusos dos direitos humanos no Irão. Com o título "Húngaros proeminentes pelos Direitos Humanos no Irão", declaram que querem estimular uma atenção internacional sustentada sobre esta questão, que inclui as contínuas violações enfrentadas pela comunidade Bahá'í iraniana do Irão.



"Espero sinceramente que a situação no Irão vá melhorar num futuro próximo, em direcção à democracia, ao reconhecimento dos direitos humanos fundamentais e à liberdade", disse a activista Kinga Göncz, membro do Parlamento Europeu e ex-ministra húngara dos Negócios Estrangeiros.

E acrescentou: "Todos sabemos - e eu acredito profundamente - que a cultura de um país fica muito enriquecida por qualquer tipo de diversidade, incluindo a diversidade religiosa. Se o Irão apoiasse as suas minorias religiosas, como a comunidade Bahá'í, isso só poderia engrandecer o país".

A cantora folk, conhecida internacionalmente, Márta Sebestyén - que é uma Artista da UNESCO para a Paz - disse que também ela estava triste com a situação no Irão, e acrescentou: "Os estudantes bahá'ís estão proibidos de frequentar a universidade e alguns jornalistas estão presos. Isto é muito doloroso. É o mesmo que cortar as asas a um pássaro ou dizer a alguém como eu, que não é livre para cantar."

Outras personalidades, que aderiram a campanha, incluem: a deputada Ágnes Osztolykán; as jornalistas Ilona Bayer, Soma Mamagésa e Kata Jaksity; os actores Sándor Csányi e Károly Gesztesi; o campeão internacional de esgrima, Ivan Kovács, e músicos, como Orsi Kozma e LL rapper Junior.

Outros destacados húngaros estão a unir-se para colocar mensagens de vídeo, de apoio à campanha, nos próximos meses, que podem ser vistas on-line neste link.

Tradução: Ivone Correia
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FONTE: Hungarian personalities speak out for human rights in Iran (BWNS)

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Censos 2011, Religião

Resumo dos resultados do Censos 2011 relativos à questão sobre Religião:

Zona Geográfica         
TOTAL
População que não respondeu
RELIGIÃO
Sem religião
Católica
Ortodoxa
Protestante
Outra cristã
Judaica
Muçulmana
Outra não cristã
  Portugal
8.989.849
744.874
7.281.887
56.550
75.571
163.338
3.061
20.640
28.596
615.332
    Continente
8.563.501
725.711
6.893.708
55.665
73.731
158.768
2.886
20.337
27.844
604.851
      Norte
3.132.449
178.602
2.772.730
6.323
11.070
42.524
676
2.263
5.946
112.315
      Centro
2.008.497
145.151
1.715.105
10.651
13.792
27.454
567
1.611
3.687
90.479
      Lisboa
2.383.995
289.338
1.642.916
22.203
34.639
67.457
1.149
14.202
14.469
297.622
      Alentejo
654.528
69.358
499.428
5.252
5.787
9.961
149
552
1.641
62.400
      Algarve
384.032
43.262
263.529
11.236
8.443
11.372
345
1.709
2.101
42.035
    Açores
202.575
9.382
184.696
225
823
1.959
129
136
332
4.893
    Madeira
223.773
9.781
203.483
660
1.017
2.611
46
167
420
5.588


NOTA: Esta questão aplica-se apenas à população residente em território português, com 15 ou mais anos de idade.

Quem desejar saber resultados de recenseamentos de outros anos pode consultar esta página.

sábado, 10 de novembro de 2012

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Concerning the election of the president




Mahmud's Diary
October 14, 1912
PleasantonCA
In the morning ‘Abdu’l-Bahá spoke about the election of the president of the republic. He said:
The president must be a man who does not insistently seek the presidency. He should be a person free from all thoughts of name and rank; rather, he should say, ‘I am unworthy and incapable of this position and cannot bear this great burden.’ Such persons deserve the presidency. If the object is to promote the public good, then the president must be a well-wisher of all and not a self-seeking person. If the object, however, is to promote personal interests, then such a position will be injurious to humanity and not beneficial to the public.

Perito da ONU preocupado com "clima de medo" no Irão


O perito das Nações Unidas para os direitos humanos no Irão, declarou à Assembleia Geral que está "profundamente preocupado" com a situação no país, descrevendo um "clima de medo", onde jornalistas, defensores dos direitos humanos e das minorias, enfrentam detenções injustificadas e prisões, sem esperança de conseguirem o devido processo legal.

Ahmed Shaheed reiterou o seu apelo para a libertação imediata de todos os "presos de consciência" no Irão, destacando o encarceramento atual de mais de 40 jornalistas e cerca de 30 defensores dos direitos humanos.

No seu relatório, o Dr. Shaheed também expressou o alarme para a ausência generalizada do direito de defesa, no Irão. Dos cerca de 99 ex-detidos que ele entrevistou, "cerca de 60% relataram a prática de isolamento prolongado, 80% afirmaram que foram espancados, e mais de 60% alegaram que não conseguiram ter acesso a um advogado."

Em discussões interativas, realizadas em 24 de outubro, diversas delegações nacionais levantaram especificamente a situação dos Bahá'ís, expressando a preocupação sobre a perseguição de minorias religiosas, no Irão. O Dr. Shaheed respondeu, os Bahá'ís, em particular, enfrentam perseguições, porque eles não são reconhecidos pelo governo iraniano como uma religião, o que leva à discriminação nomeadamente na educação.

Num seminário realizado dois dias antes, no Instituto Internacional da Paz de Nova Iorque, o Dr. Shaheed descreveu os Bahá'ís como "a minoria religiosa mais perseguida no Irão", observando que eles enfrentam uma série de discriminações - desde não poderem praticar a sua fé até à negação de acesso a serviços básicos.

DEBATE PARLAMENTAR NO REINO UNIDO

Em Londres, também na quarta-feira 24 de outubro, os membros do Parlamento do Reino Unido, de todas as tendências políticas, realizaram um debate em Westminster Hall, focando a perseguição sistemática, do governo iraniano, contra os Bahá'ís e outras minorias religiosas.

Alistair Burt, Subsecretário de Estado do Ministério dos Negócios Estrangeiros, disse que "nenhum Estado pode tratar as suas minorias religiosas desta forma. É ainda mais chocante, dado a base religiosa do actual regime e a sua reivindicação, tantas vezes afirmada, de respeitar os direitos humanos”, e disse que o Reino Unido continuará a apoiar o Dr. Shaheed "no seu papel crucial de investigar as violações dos direitos humanos e de obter um compromisso genuíno do Irão para resolver as preocupações internacionais".

Naomi Long, MP para Belfast Leste, disse que a perseguição aos Bahá'ís reflete uma "perseguição mais ampla dcontra outras minorias religiosas e culturais na sociedade iraniana."
"A situação é claramente grave", disse ela, "e o tratamento que é dado à comunidade Bahá'í é um indicador de até onde as autoridades iranianas estão dispostas a ir na perseguição a essas minorias."

Nas suas observações finais, o Sr. Burt apelou ao governo iraniano para abraçar valores como respeito mútuo e a tolerância. "O Irão tem um histórico vergonhoso de detenções de defensores dos direitos humanos, jornalistas e blogguers, e parece insensivelmente pronto para usar instrumentos, como a pena de morte, a fim de intimidar". "A determinação tranquila dos Bahá'ís de coexistir pacificamente com os seus compatriotas, como parte de uma sociedade iraniana diversificada, deve ser abraçada pelo governo do Irão”.

Tradução: Ivone Correia

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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Luxemburgo: Município homenageia Bahá’ís pelo seu 50º Aniversário


O 50º aniversário da primeira eleição da Assembleia Espiritual Nacional dos Bahá'ís do Luxemburgo foi comemorado com o descerrar de uma lápide num parque central da cidade. Na lápide estão inscritas as palavras de Bahá'u'lláh, "A Terra é um só país e a humanidade os seus cidadãos"

O evento teve lugar no Parc de Merl, em 30 de Outubro, com a presença do Presidente da Câmara Municipal, Xavier Bettel, acompanhado pela magistrada municipal Viviane Loschetter, membros do Conselho Municipal e outros convidados especiais. O Conselho também plantou um carvalho no parque como um oferta à comunidade Bahá’í para assinalar o aniversário.



"A árvore é um símbolo da vida", disse o presidente Bettel, "Ela cresce organicamente e dá frutos dos quais todos nós podemos beneficiar." "Eu também acredito firmemente que a nossa sociedade tem de se abrir para novos pensamentos e crenças que se tornaram parte desta sociedade..." acrescentou Bettel.

"A cidade do Luxemburgo não consiste apenas de 61 por cento de cidadãos estrangeiros, mas reúne também uma variedade cada vez maior de diferentes crenças e convicções. É por isso que eu plantei esta árvore como uma homenagem à comunidade Bahá'í."


Tradução: Ivone Correia 
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FONTE: Mayor pays tribute to Luxembourg Baha'is on anniversary (BWNS)

sábado, 3 de novembro de 2012

A creative life is a happy life

Amanda Enayati is a multi-platform writer and essayist. She writes Seeking Serenity, a popular CNN column about the quest for well-being and life balance in difficult times. She also contributes stories about happiness, mindfulness, creativity, innovation and technology to CNN Health and Living.