quarta-feira, 31 de maio de 2006

Left Behind: The Eternal Forces


Algum de vós consegue-se imaginar como militar (ou membro de um grupo paramilitar) cujo objectivo é transformar a América numa teocracia cristã e impor a todo o mundo a sua interpretação pessoal dos ensinamentos de Cristo? Diga-se desde já que esta missão – que consiste numa guerra espiritual e material – inclui converter ou matar católicos, judeus, muçulmanos, budistas, gays e todos os que advogam a separação entre Estado e Igreja (incluindo cristãos moderados).

Na verdade, este é o cenário de um jogo de vídeo a lançar em Outubro (para aproveitar as vendas de Natal), e que já foi apresentado em algumas feiras de videojogos e visualizado por revistas da especialidade. Left Behind: The Eternal Forces é um simulador paramilitar em que os jogadores assumem comportamentos fundamentalistas/terroristas sob uma pretensa inspiração cristã. Segundo algumas pessoas que já visualizaram o jogo, os diálogos incluem personagens que gritam “Louvado seja o Senhor!” enquanto matam os “infiéis”.

Mas que efeitos tem um jogo destes sobre miúdos de 12 ou 13 anos? Não estará um jogo destes a apresentar uma realidade profundamente distorcida do que é a religião, do que se pretende que seja uma sociedade onde pessoas de diferentes etnias, credos e convicções possam conviver pacificamente? E que influência terá um jogo destes sobre jovens cuja mentalidade se está a formar? Poderá qualquer forma de fundamentalismo religioso ser considerado um divertimento a que os pais possam fechar os olhos?

Fonte: The Purpose Driven Life Takers (Updated)

Terra da Alegria

Mais uma edição da Terra da Alegria.

terça-feira, 30 de maio de 2006

Religiões: História, Textos e Tradições


Com o lançamento do livro "Religiões: História, Textos e Tradições" concluiu-se um dos mais interessantes projectos inter-religiosos em que estive envolvido. O projecto tinha por objectivo a produção de uma obra que desse a conhecer as grandes religiões mundiais e fosse elaborado pelas diferentes comunidades religiosas que existem no nosso país.

Na cerimónia de lançamento, o Ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, classificou o livro como "a semente de um nova etapa do diálogo inter-religioso". Na verdade, ao dar a conhecer num único volume (com quase 900 páginas) a história, os textos sagrados e as tradições das grandes religiões mundiais, as comunidades religiosas do nosso país lançaram uma obra capaz de fomentar o conhecimento e respeito mútuo entre as religiões.

Esta obra colectiva - expressão do entendimento entre as comunidades religiosas no nosso país – levará a estudantes e investigadores do fenómeno religioso um manancial de informações sobre o património religioso da humanidade. E se considerarmos que as grandes religiões mundiais sempre inspiraram diversas civilizações e condicionaram a organizações de tantas e tão diversificadas sociedades, percebemos que o livro pode ainda ser considerado um testemunho da evolução humana.

O facto do livro ter recebido o apoio da Presidência do Conselho de Ministros (através da Estrutura de Missão para o Diálogo com as Religiões) é um outro sinal positivo deste projecto. Por um lado, o Estado Português reconhece a importância do diálogo inter-religioso para a tranquilidade e bem-estar social; por outro, enfatiza uma linha de acção laica cooperativa com as comunidades religiosas que tem sido o apanágio desta 3ª República.

segunda-feira, 29 de maio de 2006

Alguns filhos...

...preferiam que os pais fossem animais!


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Gostava de ver este anúncio nas televisões portuguesas. Muitas vezes!

domingo, 28 de maio de 2006

Ainda as detenções no Irão

O que se segue é um email recebido de uns tios de algumas dos jovens bahá’ís detidas no passado dia 19 de Maio, em Shiraz, no Irão (ver notícia aqui). O texto foi escrito pouco depois da libertação das jovens, e é publicado com autorização do autor.

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24 de Maio de 2006

Estimados amigos e familiares

Agradeço imenso as vossas orações e as vossas palavras de conforto e solidariedade para com os jovens bahá'ís recentemente detidos no Irão. Temos notícias para partilhar convosco: a maioria dos prisioneiros foi libertada. Os restantes deverão ser libertados amanhã. Alguns ainda deverão continuar na prisão.

As três sobrinhas da Azadeh foram libertadas hoje com um grupo de cerca de 40. Outros 14 têm a libertação prevista para amanhã, e há outras 3 pessoas que foram apontadas pelas autoridades como devendo permanecer presas. As famílias de todos os que foram libertados tiveram de pagar uma caução (exemplo: hipotecas de casas ou negócios). Hoje, no exterior da prisão quando eles foram libertados houve um grande congestionamento de trânsito. Eram tantos familiares e amigos que apareceram com flores e outras expressões carinho, que as pessoas na rua perguntavam o que era tudo aquilo.

Tivemos a oportunidade de falar ao telefone com a Martha, a Maaman e a Rahil, hoje por volta das 14H00. Estavam exaustas mas partilharam algumas experiências. A primeira coisa que a Martha disse foi em inglês; disse que tinha sido "engraçado" e que já tinha saudades de estar na prisão. Disse ainda que todos os jovens (rapazes e raparigas separados, claro) estiveram juntos a cantar e a orar durante todo o tempo e que havia uma atmosfera de grande alegria espiritual no local. Maaman, que mal conseguiu falar por estar exausta, disse que todas as orações foram sentidas porque enquanto estava a ser interrogada, sentiu que não era ela que estava a falar. Ela sentiu como se fosse o próprio Bahá'u'lláh que estivesse a responder às perguntas dos interrogadores. Rahil estava exuberante. Apesar de não nos conseguir ouvir bem devido à pressão de tantos amigos e familiares que estavam ao seu redor, disse que em três das cinco noites em que ali estiveram, sonhou que nós estávamos com ela. Todas as três nos pediram para agradecermos a todos pelas vossas orações.

Jesus disse "Bem-aventurados os perseguidos devido à sua rectidão". De que outra forma podemos considerar (account) uma experiência assim transcendente? Mas agora que tantos foram libertados, não nos podemos esquecer dos que permanecem detidos. Devemos permanecer vigilantes e recordá-los nas nossas orações, pois foram seleccionados pelo clero para receber uma atenção especial. Penso que os testes serão mais fortes para aqueles que enfrentam a perseguição sozinhos, quando a multidão dispersa.

Obrigado a todos por tudo o que fizeram. Não conheço melhor maneira de descrever o significado de tudo isto, a não ser o quanto isto uniu tantos corações.

Com muito amor e gratidão

Mark e Azadeh Perry

sexta-feira, 26 de maio de 2006

Detenções em Shiraz (Actualização)

Cinquenta e um dos jovens bahá'is detidos no passado dia 19 de Maio foram libertados; outros três permanecem detidos, não tendo havido qualquer indicação serão libertados brevemente. Nenhum dos que foram agora libertados - nem os três que ainda permanecem detidos - foram formalmente acusados.

No dia das detenções, um jovem com menos de 15 anos, foi libertado sem ter de pagar fiança; simultaneamente vários outros jovens que não são bahá'ís também foram libertados sem lhes ter sido exigido o pagamento de qualquer fiança.

No dia 24 de Maio (quarta-feira), 14 dos baha'is foram libertados, tendo cada um que dar como garantia valores, ou bens, num total de dez milhões de tumans (aproximadamente 8500 Euros). Ontem, 36 bahá'ís foram libertados em troca de garantias pessoais ou entrega das suas licenças de trabalho que as autoridades exigiram como garantia de comparência no tribunal no dia do julgamento.

quinta-feira, 25 de maio de 2006

54 Bahá'ís presos no Irão

Confirmando rumores que circularam nos últimos dias, a Comunidade Internacional Baha'i confirmou hoje a detenção de 54 jovens bahá'ís na cidade iraniana de Shiraz. Trata-se de uma das maiores detenções colectivas desde os anos 1980. As detenções coincidem com rusgas em seis residências de famílias bahá'ís, durante as quais foram confiscados computadores, vários livros e diversos documentos.

As detenções ocorreram na passada sexta-feira (19 de Maio) quando os Bahá'ís, juntamente com outros voluntários que não eram Bahá'ís, trabalhando ao abrigo de um programa da UNICEF leccionavam aulas a crianças desfavorecidas numa escola. No momento da detenção os jovens tinham consigo as autorizações necessárias para a sua actividade emitidas pelo Conselho Islâmico de Shiraz.


Três das jovens bahá'ís detidas na passada sexta-feira


A natureza das acusações contra os Bahá'ís ainda é desconhecida. No dia seguinte às detenções, um juiz disse aos familiares que todos os detidos seriam libertados em breve. À data de hoje, aparentemente, todos os jovens não-baha’ís e apenas um jovem bahá’í foram libertados sem pagamento de qualquer fiança.

"Estas novas detenções em Shiraz, surgem após um ano de detenções aleatórias, elevando o número total de Bahá'ís detidos sem acusação para mais de 125, desde o início de 2005" afirmou Bani Dugal, representante da comunidade Internacional Bahá’í nas Nações Unidas. E acrescentou: "No seu todo, este padrão de detenções e prisões arbitrárias resume-se à mais pura forma de perseguição religiosa e reflecte um esforço calculado do governo iraniano em manter a Comunidade Bahá’í num estado de medo e terror".

As detenções surgem num momento em que aumentam as preocupações de observadores internacionais de direitos humanos, relativamente à campanha que o governo iraniano tem mantido nos últimos 25 anos contra a Comunidade Bahá'í daquele país (300.000 pessoas), a maior minoria religiosa do Irão.

Em Março, a Relatora Especial da Comissão de Direitos Humanos das ONU, revelou a existência de uma carta secreta do alto comando militar iraniano, ordenando à Polícia e às unidades da Guarda Revolucionária que "identificassem" e "seguissem" os membros da Comunidade Bahá'í, afirmando que a existência dessa carta a deixara "profundamente preocupada".

Além disso desde o final de 2005, mas de 30 artigo depreciativos e difamatórios sobre os bahá'ís e a sua religião foram publicados no "Kayhan", o jornal diário oficial de Teerão. Também vários programas de Rádio e Televisão têm vindo a condenar os bahá’ís e as suas crenças.

Desde o início do ano, outros sete baha’is foram presos e detidos durante um mês em Kermanshah, Isfahan e Teerão. Entre os detidos em Janeiro estava a Sra. Roya Habibi de Kermanshah que alegadamente foi interrogada durante mais de oito horas seguidas sobre as suas actividades como coordenadora de um programa de instrução da Fé Baha'i. No tribunal, os documentos que descreviam a acusação referiam que ela "é acusada de ensinar a seita do Bahaismo e agir de forma insultuosa contra o Islão".

"Apesar de frequentemente ser difícil obter detalhes das acusações contra os Bahá'ís, não há dúvida que a maioria deles – tal como o da Sra Habibi – são motivados apenas por preconceito e intolerância religiosa", afirmou a Sra. Dugal.

Nos últimos 14 meses, 72 Bahá'ís foram presos no Irão; o período de detenção variou entre vários dias e alguns meses. Alguns desses detidos estiveram incomunicáveis e em locais desconhecidos, enquanto os seus familiares os procuraram desesperadamente.

Nos anos 1980, mais de 200 Bahá'ís foram mortos ou executados. Milhares foram presos e centenas estiveram detidos durante longos períodos de tempo. Nos anos mais recentes, em reacção às pressões internacionais, as execuções e as detenções prolongadas cessaram.

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LINKS:
54 Baha'is arrested in Iran (notícia original no BWNS)
Bahá'ís do Irão: o pior está para vir?
The Growing Threat to Iran's Bahá'ís (site oficial Bahá'í)

Iran: Revived Persecution of Baha'is 54 Arrested in Shiraz (Juan Cole)



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ACTUALIZAÇÃO:

Ao contrário do que escrevi aqui, fiquei hoje (31-Maio-2006) a saber que este grupo de jovens não trabalhava para um projecto directamente associado à UNICEF, mas sim num projecto elaborado à semelhança de outros projectos da UNICEF. Pelo lapso, aqui ficam as minhas desculpas.

quarta-feira, 24 de maio de 2006

Emails do Egipto

No domingo passado recebi um email de uma pessoa que se diz baha'i egípcio. Não conheço esta pessoa, mas pelo teor do email, tenho boas razões para acreditar que de facto se trata de um(a) baha'i. O texto da mensagem é um relato em primeira-mão do ambiente que se vive no Egipto em relação aos baha'is.

O segundo email foi recebido há dois dias atrás; além de me autorizar a publicar estes emails o autor dá conta dos mais recentes desenvolvimentos da agitação anti-baha'i no Egipto.


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Date: Sun, 21 May 2006 12:50:20 -0700 (PDT)
From: "......" <...@yahoo.com>
To: marco_oliv@yahoo.com

allahuabha,

This is a quick message. I am an Egyptian Baha’i and came across your reply to zeinobia and got interested. There is a lot going on about the faith in Egypt now. We won a court case against the government to allow us to write our faith in IDs and birth certificates. They were making us write either Muslim or Christian. And the house asked us to refuse to receive such documents so many of us have no IDs birth certificates etc. and its hard to do much. So we filed a law suite and won it last month. But the government is refusing to grant it and revoked the ruling etc and therefore a commotion is going on about the faith. And as usual those against us came up with the usual accusations of being Zionist etc. any way its a big commotion and you can tell from this lady that their worry is still the same. They don’t want to accept anyone who doesn’t trash Israel left right and center. Maybe you can point out also that the arab-israeli conflict isn’t the only racial based one. The genocide in Rwanda is one of them. Are Russian bahá’ís supposed to trash Chechens to prove they are law abiding citizens? Or do Serb Baha’i insult kosovar? Bahá’ís were placed in concentration camps in Nazi Germany because they wouldn’t agree with the idea of the superiority if the Arian race.

Some Egyptians now believe in basic human rights but the minute they hear that our hoply ,and is in Israel they start fighting the idea and talk about getting rid of us. In fact on that TV program, that guy she believed wasn’t supposed to be even there was insulting us and said that we better leave the country and just give peace to Egypt. Why do we stay why not just go and leave, etc.

Any way those are disturbing times and the House asked us to let it go. Just clarify issues to friends and colleagues.

Just remember the bahá’ís of Egypt in your prayers.

(signed)


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Date: Mon, 22 May 2006 15:00:59 -0700 (PDT)
From: "......" <......@yahoo.com>
Subject: Re:
To: "Marco Oliveira (Yahoo)"

This is quick.

First happy declaration day to you. Second yes yo can go ahead and publish it. Third the papers go on talking. And the 4th episode of that program was aired on Saturday and it was explosive. Big wigs from the Azhar were saying we are infidels to be killed and exterminated. And a magazine published a picture of Bahá’u’lláh. Plus some other religious news papers issuing decrees to make us outcasts or something so it goes on. But trials are signs of victories. So keep praying.

goodnight.

Terra da Alegria

Mais uma edição da Terra da Alegria.

terça-feira, 23 de maio de 2006

Zapatero

Já aqui referi o facto de politicos como Mahmoud Abbas e Abbas Hoveida terem sido acusados pelos seus inimigos de serem baha'is. Agora, pela primeira vez vejo um político europeu a ser atacado na imprensa, acusado de ser influenciado pela religião baha'i. Aconteceu há cerca de um mês, num artigo publicado no El Mundo sobre o primeiro-ministro espanhol, Jose Luis Zapatero. Seguem-se os excertos que mais relevantes do artigo intitulado "Zapatero, a Fé Baha'i e as Vaidades Autonómicas".

(...)
Y es que en el mundo virtual de Zapatero cabe todo tipo de ejercicios en el alambre. Me dice un experto en religiones monoteístas que la fuente de inspiración de nuestro excelso presidente es el movimiento Bahaí, nacido en 1844 y, según World Christian Encyclopedia, the youngest of the world's independent religions, con presencia en más de 230 países. La idea central de la fe Bahaí es que la Humanidad es una sola raza y que ha llegado el día de su unificación en una sociedad global (de manera que ni Pettit ni historias, querido Pedrojota: el rastro a seguir se llama Bahá'u'lláh (1817-1892), échale un galgo, un profeta a la altura de Cristo o Mahoma, dicen sus fieles, idea que te brindo para una de tus magníficas homilías dominicales. (De nada). Dice Bahá'u'lláh que Dios ha puesto en marcha fuerzas históricas llamadas a derribar cualquier barrera de raza, clase, credo y nación, fuerzas que con el tiempo crearán una civilización universal. Me cuentan también que Kofi Annan es seguidor del ideario Bahaí, y que la Alianza de Civilizaciones es la piedra angular sobre la que Kakofi y ZP van a construir la catedral armoniosa de esa sociedad global enseñoreada por la paz y la igualdad universal. Desde este punto de vista, que Cataluña sea nación no pasaría de ser un detalle exótico. Lo dicho, café para todos y que siga la fiesta.

El primer mandamiento de la fe Bahaí es «el abandono de toda forma de prejuicio», principio que Zapatero sigue a rajatabla.Por eso ahora dice que la OPA de Gas Natural sobre Endesa es «un asunto de dos empresas privadas». Por desgracia para él, una mayoría del pleno de la Sala Tercera del Tribunal Supremo no ha entendido la auténtica dimensión de lo Bahaí, lo que explica que el viernes decidiera suspender el acuerdo del Consejo de Ministros que autorizó la OPA hostil de la gasista. Que la Justicia le diga al Gobierno «tengo muy serias dudas acerca de la legalidad del acuerdo adoptado por ustedes» es un tan duro como insólito varapalo al Ejecutivo, y la práctica condena a muerte de esta malhadada OPA que mucha gente juiciosa, en Madrid y Barcelona, desearía ver retirada para dar paso a una reordenación del sector sobre bases de eficacia y talento (sobra en la Caixa, cuando no se escucha el tamtan de Moncloa), donde prime el protagonismo negociador de los empresarios y no el intervencionismo atroz de un Gobierno que debería dedicarse a lo suyo: a seguir tocando el violón de esa genial idea llamada Alianza de Civilizaciones.
(...)

Jardins Bahá'ís

Em dia feriado, um pequeno filme sobre os jardins bahá'ís em Haifa. Trata-se de um excerto de um documentário exibido no canal Travel.

segunda-feira, 22 de maio de 2006

Feriado Bahá'í



Na noite de 22 de Maio, os Bahá'ís em todo o mundo comemoram a declaração do Báb, que teve lugar na cidade persa de Shiraz em 1844. Foi o primeiro acto da religião Bahá'í. O Báb anunciou que a Sua missão era alertar o povo para o iminente aparecimento de "Aquele que Deus tornará Manifesto", isto é, Bahá'u'lláh, o fundador da religião Bahá’í.

A foto acima mostra a casa do Báb em Shiraz, o local que serviu de palco a este primeiro momento da história Bahá'í. O edifício era um dos lugares mais sagrados do mundo bahá'í. Foi destruído pelos Guardas da Revolução em 1979, e posteriormente arrasado por ordens do governo iraniano.