O sr. Ali Nakhjavani partilha algumas recordações de Shoghi Effendi.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Consulta Bahá'í: um modelo para integração de culturas
Um novo modelo de tomada de decisão entre os povos de diferentes culturas contribuiria para a integração "neste momento de transição para uma nova ordem social", afirma-se numa comunicação da Comunidade Internacional Baha’i. Esta comunicação foi apresentada na 48ª Comissão das Nações Unidas para o Desenvolvimento Social, que concluiu os trabalho no passado dia em 12 de Fevereiro.
Esta Comissão é o principal órgão da ONU encarregado do acompanhamento da Cimeira Mundial sobre Desenvolvimento Social, realizada em 1995 em Copenhaga, onde os líderes mundiais delinearam os princípios que devem caracterizar uma sociedade nova "para todos". Estes princípios incluídos no respeito pela diversidade e a participação de todos os povos.
A comunicação da Comunidade Internacional Bahá'í apresenta a sua experiência com o método de consulta utilizado pelas comunidades bahá'ís em todo o mundo - uma componente chave na criação de unidade entre as pessoas. Este processo de consulta bahá’í parte do princípio que todos os seres humanos "possuem razão e consciência, bem como as capacidades de investigação, de compreensão, de compaixão e de serviço ao bem comum".
A comunicação Baha'i à Comissão da ONU sugeriu que o corpo humano pode servir de modelo para comparar a integração das culturas do mundo e dos povos. "Dentro deste organismo, milhões de células, com extraordinária diversidade de forma e funções, colaboram para que a existência humana seja possível. Cada célula tem, o seu papel a desempenhar na manutenção de um corpo saudável", disse o comunicado.
Esta imagem pode ser usada para descrever os povos do mundo como uma família humana e entender como cada cultura tem um papel no funcionamento no todo, explicou Ming H. Chong, o delegado da representação Baha’is que apresentou a comunicação.
Na consulta, tal como é praticada nas comunidades Bahá'ís, é atribuído um grande valor à diversidade de perspectivas e contribuições que os indivíduos trazem para a discussão. Uma outra característica fundamental de consulta bahá'í é que as ideias pertencem ao grupo e não aos indivíduos.
"O desprendimento em relação a opiniões e posições num assunto em discussão é imperativo; assim que uma ideia é partilhada, já não está associado ao indivíduo a apresenta, mas se torna um recurso para o grupo a adoptar, modificar ou rejeitar", afirma o comunicado.
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Fonte: Baha'is offer decision-making model at UN commission (BWNS)
Esta Comissão é o principal órgão da ONU encarregado do acompanhamento da Cimeira Mundial sobre Desenvolvimento Social, realizada em 1995 em Copenhaga, onde os líderes mundiais delinearam os princípios que devem caracterizar uma sociedade nova "para todos". Estes princípios incluídos no respeito pela diversidade e a participação de todos os povos.
A comunicação da Comunidade Internacional Bahá'í apresenta a sua experiência com o método de consulta utilizado pelas comunidades bahá'ís em todo o mundo - uma componente chave na criação de unidade entre as pessoas. Este processo de consulta bahá’í parte do princípio que todos os seres humanos "possuem razão e consciência, bem como as capacidades de investigação, de compreensão, de compaixão e de serviço ao bem comum".
A comunicação Baha'i à Comissão da ONU sugeriu que o corpo humano pode servir de modelo para comparar a integração das culturas do mundo e dos povos. "Dentro deste organismo, milhões de células, com extraordinária diversidade de forma e funções, colaboram para que a existência humana seja possível. Cada célula tem, o seu papel a desempenhar na manutenção de um corpo saudável", disse o comunicado.
Esta imagem pode ser usada para descrever os povos do mundo como uma família humana e entender como cada cultura tem um papel no funcionamento no todo, explicou Ming H. Chong, o delegado da representação Baha’is que apresentou a comunicação.
Na consulta, tal como é praticada nas comunidades Bahá'ís, é atribuído um grande valor à diversidade de perspectivas e contribuições que os indivíduos trazem para a discussão. Uma outra característica fundamental de consulta bahá'í é que as ideias pertencem ao grupo e não aos indivíduos.
"O desprendimento em relação a opiniões e posições num assunto em discussão é imperativo; assim que uma ideia é partilhada, já não está associado ao indivíduo a apresenta, mas se torna um recurso para o grupo a adoptar, modificar ou rejeitar", afirma o comunicado.
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Fonte: Baha'is offer decision-making model at UN commission (BWNS)
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Nações analisam situação de Direitos Humanos no Irão
Vários países de todos os continentes manifestaram grande preocupação no nas Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, devido à degradação da situação dos direitos humanos no Irão.
Nas intervenções de ontem e nos documentos entregues ao Conselho, vários países e grupos de direitos humanos descreveram a medida em que o Irão tem sido incapaz de cumprir as suas obrigações no que respeita ao cumprimento de leis internacionais de direitos humanos,
"A boa notícia é que os governos e as organizações se mobilizam para defender iranianos inocentes, que no último ano viram os seus direitos humanos violados de forma tão grave ", disse Diane Ala'i, a representante da Comunidade Internacional Bahá'í nas Nações Unidas , em Genebra.
"A má notícia é que o Irão continua a ignorar esses apelos", afirmou ela, após a sessão de ontem do Conselho, que abordou especificamente a situação dos direitos humanos no Irão.
Muhammad Javad Larijani, secretário-geral do Alto Conselho para os Direitos Humanos do Irão, disse na sessão que existe liberdade religiosa no Irão e que nenhum Baha'i é perseguido por causa das suas crenças. Se alguns bahá'ís estão presos, segundo ele, é por causa de "actividades ilegais", como um culto.
"Falando francamente, mais uma vez, o Irão desacreditou-se completamente aos olhos da comunidade internacional", disse Ala'i, salientando que na semana passada foram presos no Irão pelo menos 14 Bahá'ís.
Entre os detidos, declarou, encontra-se Niki Khanjani, filho de um dos sete dirigentes Baha'is que estão actualmente a ser julgados com base em acusações falsas.
"Como a Prémio Nobel Shirin Ebadi declarou recentemente numa carta aberta ao Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos, o Irão está tentando agora aumentar a pressão sobre os presos, tomando os seus familiares como reféns", disse Ala'i. "Jamaloddin Khanjani tem 76 anos de idade. Ele foi preso durante quase dois anos - e, em seguida, eles prenderam a sua neta, no início de Janeiro e, agora, o seu filho."
"Estes são os actos desesperados de um regime que está a tentar freneticamente culpar os outros pelos seus problemas, e a tentar reprimir qualquer ponto de vista que seja diferente da sua própria ideologia", afirmou Ala'i.
A maioria dos países que se pronunciaram contra o Irão centrou-se na violência após eleição presidencial de Junho do ano passado e também na situação das minorias religiosas do país.
Brasil apelou ao Irão para alargar os direitos a todos os grupos religiosos do país, dizendo que os bahá'ís devem gozar dos mesmos direitos que todos. México disse que todas as minorias - em especial a comunidade Baha'i - deve poder praticar sua religião. "A Roménia e a Eslovénia dedicaram quase todo o tempo que dispunham para discutir a crescente repressão da Comunidade Bahá'í do Irão", relatou a Sra. Ala'i.
Grupos de direitos humanos entregaram ao Conselho documentos com pontos de vista semelhantes.
"Apesar das garantias constitucionais de igualdade, os indivíduos pertencentes a minorias no Irão estão sujeitos a uma série de leis e práticas discriminatórias", escreveu a Amnistia Internacional, na sua declaração. "Nas minorias que sofrem perseguições incluem-se as minorias étnicas e linguísticas, como os curdos, árabes, azeris, turcomenos e baluchis e minorias religiosas como os Bahá'ís e os Ahl-e Haq."
"O governo nega sistematicamente os direitos associados à liberdade de religião aos membros da fé Baha'i, a maior minoria religiosa não-muçulmana do Irão. Na maioria dos casos, incluindo a perseguição da comunidade Baha'i, o governo usa a «segurança» como um pretexto para a detenção de indivíduos e negando-lhes direitos básicos do processo legal ", afirma um comunicado da Human Rights Watch.
A sessão fez parte da Revisão Periódica Universal (UPR), um procedimento relativamente novo que pretende rever a situação dos direitos humanos de todos os 192 Estados membros das Nações vez em cada quatro anos. Esta foi a primeira vez que o Irão foi alvo de reapreciação.
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FONTE: Nations rally to defend human rights in Iran (BWNS)
SOBRE ESTE ASSUNTO:
Iran Defends Human Rights Record Before U.N. Council (NY Times)
West Criticizes Iran Rights Record At UN Council Meeting (RFE)
Iran rejects human rights criticism as sanctions loom (Reuters)
Iran's human rights record comes under UN spotlight (Deutsche Welle)
Islamic and Leftist Allies Defend Iran’s Human Rights Record at U.N. Gathering (CNSNews.com)
Conselho dos Direitos Humanos da ONU critica governo iraniano (AngolaPress)
Irão desafia críticas do Ocidente sobre direitos humanos (Diário Digital)
Situação dos direitos humanos no Irã divide comunidade (estadao.com.br)
Irã acusa Ocidente de usar direitos humanos para aumentar pressão (Globo.com)
Nas intervenções de ontem e nos documentos entregues ao Conselho, vários países e grupos de direitos humanos descreveram a medida em que o Irão tem sido incapaz de cumprir as suas obrigações no que respeita ao cumprimento de leis internacionais de direitos humanos,
"A boa notícia é que os governos e as organizações se mobilizam para defender iranianos inocentes, que no último ano viram os seus direitos humanos violados de forma tão grave ", disse Diane Ala'i, a representante da Comunidade Internacional Bahá'í nas Nações Unidas , em Genebra.
"A má notícia é que o Irão continua a ignorar esses apelos", afirmou ela, após a sessão de ontem do Conselho, que abordou especificamente a situação dos direitos humanos no Irão.
Muhammad Javad Larijani, secretário-geral do Alto Conselho para os Direitos Humanos do Irão, disse na sessão que existe liberdade religiosa no Irão e que nenhum Baha'i é perseguido por causa das suas crenças. Se alguns bahá'ís estão presos, segundo ele, é por causa de "actividades ilegais", como um culto.
"Falando francamente, mais uma vez, o Irão desacreditou-se completamente aos olhos da comunidade internacional", disse Ala'i, salientando que na semana passada foram presos no Irão pelo menos 14 Bahá'ís.
Entre os detidos, declarou, encontra-se Niki Khanjani, filho de um dos sete dirigentes Baha'is que estão actualmente a ser julgados com base em acusações falsas.
"Como a Prémio Nobel Shirin Ebadi declarou recentemente numa carta aberta ao Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos, o Irão está tentando agora aumentar a pressão sobre os presos, tomando os seus familiares como reféns", disse Ala'i. "Jamaloddin Khanjani tem 76 anos de idade. Ele foi preso durante quase dois anos - e, em seguida, eles prenderam a sua neta, no início de Janeiro e, agora, o seu filho."
"Estes são os actos desesperados de um regime que está a tentar freneticamente culpar os outros pelos seus problemas, e a tentar reprimir qualquer ponto de vista que seja diferente da sua própria ideologia", afirmou Ala'i.
A maioria dos países que se pronunciaram contra o Irão centrou-se na violência após eleição presidencial de Junho do ano passado e também na situação das minorias religiosas do país.
Brasil apelou ao Irão para alargar os direitos a todos os grupos religiosos do país, dizendo que os bahá'ís devem gozar dos mesmos direitos que todos. México disse que todas as minorias - em especial a comunidade Baha'i - deve poder praticar sua religião. "A Roménia e a Eslovénia dedicaram quase todo o tempo que dispunham para discutir a crescente repressão da Comunidade Bahá'í do Irão", relatou a Sra. Ala'i.
Grupos de direitos humanos entregaram ao Conselho documentos com pontos de vista semelhantes.
"Apesar das garantias constitucionais de igualdade, os indivíduos pertencentes a minorias no Irão estão sujeitos a uma série de leis e práticas discriminatórias", escreveu a Amnistia Internacional, na sua declaração. "Nas minorias que sofrem perseguições incluem-se as minorias étnicas e linguísticas, como os curdos, árabes, azeris, turcomenos e baluchis e minorias religiosas como os Bahá'ís e os Ahl-e Haq."
"O governo nega sistematicamente os direitos associados à liberdade de religião aos membros da fé Baha'i, a maior minoria religiosa não-muçulmana do Irão. Na maioria dos casos, incluindo a perseguição da comunidade Baha'i, o governo usa a «segurança» como um pretexto para a detenção de indivíduos e negando-lhes direitos básicos do processo legal ", afirma um comunicado da Human Rights Watch.
A sessão fez parte da Revisão Periódica Universal (UPR), um procedimento relativamente novo que pretende rever a situação dos direitos humanos de todos os 192 Estados membros das Nações vez em cada quatro anos. Esta foi a primeira vez que o Irão foi alvo de reapreciação.
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FONTE: Nations rally to defend human rights in Iran (BWNS)
SOBRE ESTE ASSUNTO:
Iran Defends Human Rights Record Before U.N. Council (NY Times)
West Criticizes Iran Rights Record At UN Council Meeting (RFE)
Iran rejects human rights criticism as sanctions loom (Reuters)
Iran's human rights record comes under UN spotlight (Deutsche Welle)
Islamic and Leftist Allies Defend Iran’s Human Rights Record at U.N. Gathering (CNSNews.com)
Conselho dos Direitos Humanos da ONU critica governo iraniano (AngolaPress)
Irão desafia críticas do Ocidente sobre direitos humanos (Diário Digital)
Situação dos direitos humanos no Irã divide comunidade (estadao.com.br)
Irã acusa Ocidente de usar direitos humanos para aumentar pressão (Globo.com)
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Mais cinco Baha'is detidos em Teerão
Segundo as agências Reuters e Associated Press – que citam a edição de hoje (domingo) um jornal iraniano conservador - as autoridades iranianas detiveram mais cinco membros comunidade Baha'i.
O jornal diário Javan, que está ligado à elite da Guarda Revolucionária, não descreve quais as acusações contra estes cinco, mas informa que entre eles são Ashkan Basari, Maria Jafari, Houman Sisani, Romina Zabihian e Niki Khanjani (filha de Jamaloddin Khanjani, um dos sete líderes Baha'i presos desde 2008 sob a acusação de ameaça à segurança nacional).
Num acto de propaganda anti-Bahá'í, o jornal faz eco das acusações das autoridades iranianas, que têm usado os Bahá'ís como um dos bodes expiatórios da agitação política que se seguiu eleições presidenciais de Junho. A notícia acrescenta que muitos Bahá'ís – depois de alegadamente terem fomentado os tumultos - fugiram para o Dubai e a Turquia) e para as regiões fronteiriças na esperança de sair ilegalmente do Irão.
Em Janeiro, o Procurador de Teerão disse que vários seguidores da fé Baha'i foram detidos durante os protestos de Dezembro Por terem "organizado tumultos e envio de imagens do protesto para o exterior".
COMENTÁRIO: O Javan ignora que os Bahá'ís não se envolvem em actividades de política partidária, e que existem actualmente 48 Bahá'ís detidos no Irão devido às suas crenças religiosas. Mais uma vez esta detenção, suscita os nosso receios de que possam surgir "confissões" forçadas por parte destes detidos com o objectivo de incriminar os sete dirigentes que se encontram detidos e cujo julgamento está a decorrer em Teerão.
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FONTE:
Iran detains 5 more Baha'i (AP)
Five Baha'i followers arrested in Iran (Reuters)
O jornal diário Javan, que está ligado à elite da Guarda Revolucionária, não descreve quais as acusações contra estes cinco, mas informa que entre eles são Ashkan Basari, Maria Jafari, Houman Sisani, Romina Zabihian e Niki Khanjani (filha de Jamaloddin Khanjani, um dos sete líderes Baha'i presos desde 2008 sob a acusação de ameaça à segurança nacional).
Num acto de propaganda anti-Bahá'í, o jornal faz eco das acusações das autoridades iranianas, que têm usado os Bahá'ís como um dos bodes expiatórios da agitação política que se seguiu eleições presidenciais de Junho. A notícia acrescenta que muitos Bahá'ís – depois de alegadamente terem fomentado os tumultos - fugiram para o Dubai e a Turquia) e para as regiões fronteiriças na esperança de sair ilegalmente do Irão.
Em Janeiro, o Procurador de Teerão disse que vários seguidores da fé Baha'i foram detidos durante os protestos de Dezembro Por terem "organizado tumultos e envio de imagens do protesto para o exterior".
COMENTÁRIO: O Javan ignora que os Bahá'ís não se envolvem em actividades de política partidária, e que existem actualmente 48 Bahá'ís detidos no Irão devido às suas crenças religiosas. Mais uma vez esta detenção, suscita os nosso receios de que possam surgir "confissões" forçadas por parte destes detidos com o objectivo de incriminar os sete dirigentes que se encontram detidos e cujo julgamento está a decorrer em Teerão.
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FONTE:
Iran detains 5 more Baha'i (AP)
Five Baha'i followers arrested in Iran (Reuters)
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Ali Nakhjavani (3)
O sr. Ali Nakhjavani responde a uma questão dos participantes na Escola Bahá'í de Verão:
Será que somos fantoches nas mãos de Deus?
Será que somos fantoches nas mãos de Deus?
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Look What They've Done To My Song Ma
I can't remember how many times I heard this song...
Não me lembro quantas vezes ouvi esta canção...
Não me lembro quantas vezes ouvi esta canção...
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
2ª Sessão do Julgamento dos Dirigentes Bahá'ís no Irão
Os sete dirigentes Baha'is compareceram ontem (07-Fevereiro) no tribunal em Teerão para a segunda sessão do seu julgamento. A sessão foi novamente fechada ao público, e nem aos familiares foi permitida a presença na sala do tribunal.
A audiência, que durou pouco mais de uma hora, tratou apenas de questões processuais. Não foi indicada qualquer data para a próxima sessão.
Os sete foram detidos há quase dois anos e têm estado na prisão de Evin em Teerão desde então. Durante o primeiro ano de detenção não foi feita qualquer acusação formal nem lhes foi permitido acesso a advogados. Após vários adiamentos, o julgamento começou oficialmente em 12 de Janeiro, quando os sete foram levados ao Ramo 28 do Tribunal Revolucionário de Teerão.
A audiência, que durou pouco mais de uma hora, tratou apenas de questões processuais. Não foi indicada qualquer data para a próxima sessão.
Os sete foram detidos há quase dois anos e têm estado na prisão de Evin em Teerão desde então. Durante o primeiro ano de detenção não foi feita qualquer acusação formal nem lhes foi permitido acesso a advogados. Após vários adiamentos, o julgamento começou oficialmente em 12 de Janeiro, quando os sete foram levados ao Ramo 28 do Tribunal Revolucionário de Teerão.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
No meio dos destroços no Haiti, um nascimento traz a esperança
PORT-AU-PRINCE, Haiti – A pequena Tina Rose Wome veio ao mundo no dia 28 de Janeiro numa clínica improvisada, numa sala de aulas da escola Baha’i no Anis Zunuzi, nos arredores de Port-au-Prince. Uma equipa de médicos e enfermeiros estavam prontos para a sua chegada - o primeiro nascimento na escola nos 30 anos desde a sua fundação.
O parto foi especial por outro motivo; Magdalah Wome esteve grávida três vezes, mas nenhum dos seus outros bebés sobreviveram ao parto. Tina Rose foi a primeira que ela levou para casa - uma casa, que agora não é mais do que uma tenda em frente a um monte de entulho que anteriormente era casa.
As agências internacionais de auxílio relataram que lidar com as consequências do terramoto que devastou Port-au-Prince em 12 de Janeiro é um dos maiores desafios que já enfrentaram. Cerca de 170.000 pessoas morreram, e o número de desalojados pode chegar a um milhão.
"O que quer que se veja na televisão, isto é 10 vezes pior", afirma a Dra. Munírih Tahzib, uma pediatra de Nova Jersey que ajudou a organizar a equipa médica. "Conhecemos pessoas cuja família inteira morreu e cuja casa foi destruída. E no entanto, eles levantam-se e continuam. Isso é o que nos deu ânimo."
Na verdade, a inspiração na população haitiana é um refrão comum nas notícias vindas do local. "Os haitianos não são se sentaram com as mãos estendidas. Eles fazem imenso trabalho pesado - tão humilde na sua natureza, que parece invisível", escreveu a revista Time. "Eles escavam os destroços à mão à procura de sobreviventes; não têm grandes máquinas amarelas".
Os 18 membros da equipa médica que acolheu Tina Rose veio dos Estados Unidos e Canadá. Deslocaram-se ao Haiti, para entregar material médico e tratar o maior número possível de pacientes durante a semana que podiam permanecer. Objectivos adicionais eram para ensinar as pessoas a reconhecer e tratar infecções, e avaliar as necessidades de sustentabilidade.
Os 18 visitantes, muitos dos quais eram Bahá'ís, instalou as suas tendas no pátio da escola Anis Zunuzi e criou uma clínica temporária nas salas de aula que ainda estavam de pé.
Os directores da escola, Yves e Susanna Puzo, perderam as suas casas no terremoto, mas ajudaram a organizar a alimentação e apoio logístico da equipa médica, que incluía dois pediatras, dois ortopedistas, quatro obstetras/ginecologistas, um especialista em cuidados intensivos, um médico hospitalar, uma enfermeira, um terapeuta respiratório, e um estudante do quarto ano de medicina.
Agora, de volta para casa, os membros do grupo já consultaram sobre a forma como podem prestar assistência aos esforços em curso dos haitianos - incluindo os Baha'is locais - para reconstruir o país.
"Todos nós aprendemos o poder das acções da população," afirmou a Dra. Tahzib.
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FONTE: Amid wreckage in Haiti, new birth brings hope (BWNS)
O parto foi especial por outro motivo; Magdalah Wome esteve grávida três vezes, mas nenhum dos seus outros bebés sobreviveram ao parto. Tina Rose foi a primeira que ela levou para casa - uma casa, que agora não é mais do que uma tenda em frente a um monte de entulho que anteriormente era casa.
As agências internacionais de auxílio relataram que lidar com as consequências do terramoto que devastou Port-au-Prince em 12 de Janeiro é um dos maiores desafios que já enfrentaram. Cerca de 170.000 pessoas morreram, e o número de desalojados pode chegar a um milhão.
"O que quer que se veja na televisão, isto é 10 vezes pior", afirma a Dra. Munírih Tahzib, uma pediatra de Nova Jersey que ajudou a organizar a equipa médica. "Conhecemos pessoas cuja família inteira morreu e cuja casa foi destruída. E no entanto, eles levantam-se e continuam. Isso é o que nos deu ânimo."
Na verdade, a inspiração na população haitiana é um refrão comum nas notícias vindas do local. "Os haitianos não são se sentaram com as mãos estendidas. Eles fazem imenso trabalho pesado - tão humilde na sua natureza, que parece invisível", escreveu a revista Time. "Eles escavam os destroços à mão à procura de sobreviventes; não têm grandes máquinas amarelas".
Os 18 membros da equipa médica que acolheu Tina Rose veio dos Estados Unidos e Canadá. Deslocaram-se ao Haiti, para entregar material médico e tratar o maior número possível de pacientes durante a semana que podiam permanecer. Objectivos adicionais eram para ensinar as pessoas a reconhecer e tratar infecções, e avaliar as necessidades de sustentabilidade.
Os 18 visitantes, muitos dos quais eram Bahá'ís, instalou as suas tendas no pátio da escola Anis Zunuzi e criou uma clínica temporária nas salas de aula que ainda estavam de pé.
Os directores da escola, Yves e Susanna Puzo, perderam as suas casas no terremoto, mas ajudaram a organizar a alimentação e apoio logístico da equipa médica, que incluía dois pediatras, dois ortopedistas, quatro obstetras/ginecologistas, um especialista em cuidados intensivos, um médico hospitalar, uma enfermeira, um terapeuta respiratório, e um estudante do quarto ano de medicina.
Agora, de volta para casa, os membros do grupo já consultaram sobre a forma como podem prestar assistência aos esforços em curso dos haitianos - incluindo os Baha'is locais - para reconstruir o país.
"Todos nós aprendemos o poder das acções da população," afirmou a Dra. Tahzib.
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FONTE: Amid wreckage in Haiti, new birth brings hope (BWNS)
Religiões perseguidas
Um programa da TV3 (Catalunha).
Para quando um programa destes nas TV's portuguesas?
Para quando um programa destes nas TV's portuguesas?
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Ali Nakhjavani (2)
O sr. Ali Nakhjavani responde a questões dos participantes na Escola Bahá'í de Verão :
1 - Qual a sabedoria de haver apenas homens na Casa Universal de Justiça?
2 - Poderá o número de membros da Casa aumentar no futuro?
1 - Qual a sabedoria de haver apenas homens na Casa Universal de Justiça?
2 - Poderá o número de membros da Casa aumentar no futuro?
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Amin Maalouf e Um mundo sem Regras (6)
Requisitos para um «Governo Global»
No livro Um Mundo sem Regras, Amin Maalouf escreve:
COMENTÁRIO:
A «espécie de governo global», a “entidade mais vasta”, a que se refere Amin Malouf foi referida há 130 anos por Bahá’u’lláh, na Epístola de Maqsud;
Já aqui referi em posts anteriores que Amin Malouf faz eco de vários princípios e ensinamentos Bahá’ís.
Um sistema de governo global deve ter nos seus objectivos a regulação das relações entre as nações, encorajando essas relações a basearem-se cada vez mais na cooperação, e cada vez menos na confrontação ou na competição selvagem. Isso foi tentado com a Liga das Nações e continua a tentar-se com as Nações Unidas.
Mas que implicações tem isto a nível individual? Como é que um indivíduo, que se identifica com uma família, uma tribo, ou uma nação pode aceitar um poder global? Não teremos necessidade de uma consciencialização da cidadania mundial a uma escala global? E como se desenvolver essa consciência de cidadania mundial baseada no respeito mútuo e na dignidade partilhada?
No livro Um Mundo sem Regras, Amin Maalouf escreve:
Para que os diferentes povos aceitem a autoridade de uma espécie de «governo global», é necessário que este tenha adquirido aos seus olhos uma legitimidade diferente daquela que é conferida pelo seu poder económico ou militar; e para que as identidades particulares possam fundir-se numa entidade mais vasta, para que as civilizações particulares possam inserir-se numa civilização planetária, é imperativo que o processo se desenrole num contexto de equidade, ou pelo menos de respeito mútuo e de dignidade partilhada. (p.89)
COMENTÁRIO:
A «espécie de governo global», a “entidade mais vasta”, a que se refere Amin Malouf foi referida há 130 anos por Bahá’u’lláh, na Epístola de Maqsud;
"Há de vir o tempo em que se compreenda universalmente a necessidade imperiosa de se convocar uma vasta assembleia de homens – assembleia essa, que a todos abranja. Os governantes e reis da terra devem forçosamente assisti-la e, participando das suas deliberações, considerar aqueles meios necessários e modos que possam lançar entre os homens os alicerces da Grande Paz do mundo. Tal paz exige que as Grandes Potências resolvam, para tranquilidade dos povos da terra, reconciliar-se plenamente entre si. "[Maqsúd 8].
Já aqui referi em posts anteriores que Amin Malouf faz eco de vários princípios e ensinamentos Bahá’ís.
Um sistema de governo global deve ter nos seus objectivos a regulação das relações entre as nações, encorajando essas relações a basearem-se cada vez mais na cooperação, e cada vez menos na confrontação ou na competição selvagem. Isso foi tentado com a Liga das Nações e continua a tentar-se com as Nações Unidas.
Mas que implicações tem isto a nível individual? Como é que um indivíduo, que se identifica com uma família, uma tribo, ou uma nação pode aceitar um poder global? Não teremos necessidade de uma consciencialização da cidadania mundial a uma escala global? E como se desenvolver essa consciência de cidadania mundial baseada no respeito mútuo e na dignidade partilhada?
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