Uma ordem social sustentável caracteriza-se, entre outras coisas, por uma ética de reciprocidade e equilíbrio em todos os níveis da organização humana. Uma analogia pertinente é o corpo humano: aqui, milhões de células colaboram para tornar a vida humana possível. A impressionante diversidade de formas e funções liga-as num longo processo de dar e receber. Trata-se da mais alta expressão de unidade na diversidade. Nessa ordem, o conceito de justiça está consubstanciado no reconhecimento de que os interesses do indivíduo e da comunidade em geral estão indissociavelmente ligados. A busca da justiça no quadro da unidade (na diversidade) proporciona uma guia para a deliberação e tomada de decisão colectivas, e oferece um meio pelo qual se pode atingir a unidade de pensamento e acção.
--------------------------------
Excerto do documento Rethinking Prosperity, Baha’i International Comunitiy, 2010
segunda-feira, 31 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Produção e Consumo Sustentáveis
Não é suficiente conceber consumo e produção sustentáveis em termos de criação de oportunidades para aqueles que vivem numa situação de pobreza satisfaçam as suas necessidades básicas. Pelo contrário, compreendendo que cada indivíduo tem uma contribuição a dar para a construção de uma ordem social mais justa e pacífica, esses processos devem ser organizados de uma forma a permitir a cada um desempenhar o seu papel legítimo como membro produtivo da sociedade. Nesse quadro, o consumo e a produção sustentáveis poderiam ser caracterizados como processos que respondem às necessidades materiais, sociais e espirituais da humanidade ao longo de gerações e permitir que todos os povos contribuam para o progresso constante da sociedade.
--------------------------------
Excerto do documento Rethinking Prosperity, Baha’i International Comunitiy, 2010
--------------------------------
Excerto do documento Rethinking Prosperity, Baha’i International Comunitiy, 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
A propósito da passagem do Presidente Lula por Portugal...
Aqui uma reportagem da TV Globo sobre a visita do Presidente Lula ao Irão e a questão dos Direitos Humanos naquele país. Há assuntos que os dirigentes mundiais não podem ignorar!
terça-feira, 18 de maio de 2010
A Cultura do Consumismo
A cultura do consumismo... tentou reduzir os seres humanos a consumidores competitivos e insaciáveis e a objectos de manipulação do mercado. Frequentemente as perspectivas apresentadas assumiram a existência de um conflito insolúvel entre o que as pessoas realmente querem (consumir mais) e aquilo que a humanidade precisa (acesso equitativo aos recursos). Como, então, poderemos resolver a contradição paralisante que, por um lado, desejamos um mundo de paz e prosperidade, enquanto, por outro lado, grande parte da teoria económica e psicológica descreve os seres humanos como escravos dos seus próprios interesses? As faculdades necessárias para construir uma sociedade mais justa e sustentável - a moderação, a justiça, o amor, a razão, o sacrifício e serviço ao bem comum - tem sido frequentemente consideradas como ideais ingénuos. No entanto, são estas, e outros qualidades similares, que devem ser aproveitadas para superar as marcas do ego, da ganância, da apatia e da violência, que muitas vezes são recompensados pelas forças do mercado e pelas forças políticas, liderando os actuais padrões insustentáveis de consumo e produção.
--------------------------------
Excerto do documento Rethinking Prosperity, Baha’i International Comunitiy, 2010
--------------------------------
Excerto do documento Rethinking Prosperity, Baha’i International Comunitiy, 2010
domingo, 16 de maio de 2010
EE.UU. urge a Irán terminar con la persecución de la minoría religiosa bahaí
Washington, 14 may (EFE).- El Gobierno estadounidense condenó hoy la persecución a la que son sometidos en Irán los miembros de la minoría religiosa bahaí y urgió al régimen de Teherán a proteger los derechos humanos y las libertades de todos sus ciudadanos.
Con motivo del segundo aniversario del encarcelamiento de siete líderes de esta comunidad, el Departamento de Estado de EE.UU. expresó su "profunda preocupación por la persecución de los bahaí y otras minorías religiosas" en Irán.
Estados Unidos "condena enérgicamente" el encarcelamiento continuado y la "violación del debido proceso" e instó a Irán a "cumplir sus obligaciones bajo el Convenio Internacional de Derechos Civiles y Políicos" de la Organización de Naciones Unidas (ONU).
Los siete detenidos están acusados de espiar en favor de Israel, de difundir propaganda en contra de la República Islámica y de insultar a las santidades musulmanas, cargos que han negado los responsables de su comunidad.
Seis de ellos fueron arrestados en mayo de 2008, mientras que el último fue detenido en marzo de 2009.
El Departamento de Estado recordó que el pasado febrero Irán se comprometió a respetar el derecho internacional y destacó su diversidad étnica y religiosa, durante el Examen Periódico Universal (EPU) en el Consejo de Derechos Humanos de la ONU, al que son sometidos todos los países miembros.
Sin embargo, "estamos decepcionados porque el gobierno iraní rechazara públicamente una recomendación UPR para poner fin a la discriminación contra la minoría religiosa bahaí", señaló EE.UU.
La religión Bahaí, considerada una herejía por los musulmanes, fue fundada en el siglo XIX por un clérigo chií iraní, y en la actualidad la profesan cerca de seis millones de personas en más de 200 países, según cifras de la propia comunidad.
Es una religión sincrética cuyos fieles siguen las enseñanzas del profeta Baha'u'llah y consideran a otros líderes religiosos como Moisés, Krishna, Buda, Jesucristo, Mahoma o El Bab mensajeros de Dios, cuyas enseñanzas han integradas a su propia fe.
En Irán viven actualmente unos 300.000 bahaís, que denuncian persecución religiosa, encarcelamiento y ejecuciones por parte del régimen, una acusación que niegan las autoridades.
-----------------------
FONTE: Yahoo - España
Con motivo del segundo aniversario del encarcelamiento de siete líderes de esta comunidad, el Departamento de Estado de EE.UU. expresó su "profunda preocupación por la persecución de los bahaí y otras minorías religiosas" en Irán.
En un comunicado recordó que aunque ha habido tres audiencias sobre el caso desde el pasado enero, no ha sido fijada la fecha de la próxima audiencia y los detenidos no han tenido acceso a sus abogados.
Estados Unidos "condena enérgicamente" el encarcelamiento continuado y la "violación del debido proceso" e instó a Irán a "cumplir sus obligaciones bajo el Convenio Internacional de Derechos Civiles y Políicos" de la Organización de Naciones Unidas (ONU).
Los siete detenidos están acusados de espiar en favor de Israel, de difundir propaganda en contra de la República Islámica y de insultar a las santidades musulmanas, cargos que han negado los responsables de su comunidad.
Seis de ellos fueron arrestados en mayo de 2008, mientras que el último fue detenido en marzo de 2009.
El Departamento de Estado recordó que el pasado febrero Irán se comprometió a respetar el derecho internacional y destacó su diversidad étnica y religiosa, durante el Examen Periódico Universal (EPU) en el Consejo de Derechos Humanos de la ONU, al que son sometidos todos los países miembros.
Sin embargo, "estamos decepcionados porque el gobierno iraní rechazara públicamente una recomendación UPR para poner fin a la discriminación contra la minoría religiosa bahaí", señaló EE.UU.
"Una vez más, nos unimos a la comunidad internacional para instar a Irán a cumplir con sus obligaciones para proteger los derechos humanos y las libertades fundamentales de todos sus ciudadanos", agregó.
La religión Bahaí, considerada una herejía por los musulmanes, fue fundada en el siglo XIX por un clérigo chií iraní, y en la actualidad la profesan cerca de seis millones de personas en más de 200 países, según cifras de la propia comunidad.
Es una religión sincrética cuyos fieles siguen las enseñanzas del profeta Baha'u'llah y consideran a otros líderes religiosos como Moisés, Krishna, Buda, Jesucristo, Mahoma o El Bab mensajeros de Dios, cuyas enseñanzas han integradas a su propia fe.
En Irán viven actualmente unos 300.000 bahaís, que denuncian persecución religiosa, encarcelamiento y ejecuciones por parte del régimen, una acusación que niegan las autoridades.
-----------------------
FONTE: Yahoo - España
Imagina o que são as detenções em que se encontram detidos o dirigentes Bahá'ís no Irão?
Um pouco por todo o mundo, alguns bahá'ís lembraram-se de reproduzir réplicas das celas em que se encontram essas sete pessoas.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Dirigentes Bahá’ís Iranianos iniciam 3º ano de detenção
Assinala-se hoje, 14 de Maio, o segundo aniversário da detenção dos sete dirigentes bahá'ís iranianos. Estes sete bahá'ís constituíam um grupo informal conhecido como o Yaran, ou "Amigos que ajudam", formado para responder às necessidades sociais e espirituais dos muitos milhares de bahá'ís iranianos (a maior minoria religiosa do Irão). O grupo tem estado detido na prisão de Evin desde 14 de Maio de 2008; um deles foi detido em Março desse mesmo ano.
Depois da sua detenção foi necessário aguardar 19 meses para serem levados a tribunal pela primeira vez. Desde Janeiro deste ano até hoje realizaram-se três audiências no ramo 28 do Tribunal Revolucionário. As acusações apresentadas - que incluem espionagem, actividades de propaganda e “espalhar corrupção na terra”- foram prontamente negadas.
Sobre a situação destes sete dirigentes detidos, Bani Dugal, a representante da Comunidade Bahá’í junto das Nações Unidas declarou: "Nas três sessões do julgamento que se realizaram até agora, não foi apresentada qualquer prova de ilegalidades - o que torna ainda mais evidente que os prisioneiros estão detidos apenas devido à sua crença religiosa".
"Se não lhes for concedida imediatamente a liberdade, no mínimo, eles deveriam ser libertados sob fiança. Além disso, devem ser tomadas medidas para garantir que o seu julgamento seja rápido e conduzido em conformidade com as normas internacionais", acrescentou Dugal.
Entretanto surgiram novas informações sobre as condições de detenção dos sete dirigentes Bahá’ís. Sabe-se, por exemplo, que as duas mulheres e cinco homens estão confinados a duas celas, que são tão pequenas que restringem os movimentos e o repouso adequado. A pouca iluminação das celas, o cheiro fétido, a ausência de camas e a limitação de contactos com familiares a visitas ou telefonemas de 10 minutos por semana, mereceram um comentário da Sra Dugal:
"Essas condições desumanas mostram completo desrespeito por princípios definidos em acordos internacionais sobre tratamento de prisioneiros, que estabelecem que ninguém pode ser submetido a tortura nem a tratamento ou punição cruel, desumano ou degradante", afirmou.
Segundo a jornalista Roxana Saberi - que partilhou uma cela por três semanas com duas das mulheres Bahá’ís – elas estão confinadas num pequeno espaço. "Elas enrolam um cobertor para servir de almofada ", declarou. "O piso é de cimento e coberto apenas com um tapete fino e castanho; os presos têm frequentemente dores nas costas e outros problemas por dormir em cima dele ... Quando eu estava com elas, éramos autorizadas quatro dias por semana a ir durante 20 a 30 minutos para um pátio murado".
Para assinalar este triste aniversário, a Casa Universal de Justiça – o organismo internacional que dirige a Comunidade Bahá'í – pediu aos Bahá’ís que realizassem nesta sexta-feira reuniões especiais de oração em todo o mundo, para lembrar os Bahá’ís do Irão e todos os seus compatriotas que são igualmente vítimas de opressão.
O segundo aniversário, afirmou a Casa Universal de Justiça, deve recordar-nos das "diversas formas de opressão" que estão sendo enfrentados pela comunidade bahá'í do Irão, incluindo os "interrogatórios, detenções arbitrárias e prisões, a privação de meios de subsistência, a destruição de bens e propriedades e a negação do acesso à educação para os estudantes bahá'ís."
Depois da sua detenção foi necessário aguardar 19 meses para serem levados a tribunal pela primeira vez. Desde Janeiro deste ano até hoje realizaram-se três audiências no ramo 28 do Tribunal Revolucionário. As acusações apresentadas - que incluem espionagem, actividades de propaganda e “espalhar corrupção na terra”- foram prontamente negadas.
Sobre a situação destes sete dirigentes detidos, Bani Dugal, a representante da Comunidade Bahá’í junto das Nações Unidas declarou: "Nas três sessões do julgamento que se realizaram até agora, não foi apresentada qualquer prova de ilegalidades - o que torna ainda mais evidente que os prisioneiros estão detidos apenas devido à sua crença religiosa".
"Se não lhes for concedida imediatamente a liberdade, no mínimo, eles deveriam ser libertados sob fiança. Além disso, devem ser tomadas medidas para garantir que o seu julgamento seja rápido e conduzido em conformidade com as normas internacionais", acrescentou Dugal.
Entretanto surgiram novas informações sobre as condições de detenção dos sete dirigentes Bahá’ís. Sabe-se, por exemplo, que as duas mulheres e cinco homens estão confinados a duas celas, que são tão pequenas que restringem os movimentos e o repouso adequado. A pouca iluminação das celas, o cheiro fétido, a ausência de camas e a limitação de contactos com familiares a visitas ou telefonemas de 10 minutos por semana, mereceram um comentário da Sra Dugal:
"Essas condições desumanas mostram completo desrespeito por princípios definidos em acordos internacionais sobre tratamento de prisioneiros, que estabelecem que ninguém pode ser submetido a tortura nem a tratamento ou punição cruel, desumano ou degradante", afirmou.
Segundo a jornalista Roxana Saberi - que partilhou uma cela por três semanas com duas das mulheres Bahá’ís – elas estão confinadas num pequeno espaço. "Elas enrolam um cobertor para servir de almofada ", declarou. "O piso é de cimento e coberto apenas com um tapete fino e castanho; os presos têm frequentemente dores nas costas e outros problemas por dormir em cima dele ... Quando eu estava com elas, éramos autorizadas quatro dias por semana a ir durante 20 a 30 minutos para um pátio murado".
Para assinalar este triste aniversário, a Casa Universal de Justiça – o organismo internacional que dirige a Comunidade Bahá'í – pediu aos Bahá’ís que realizassem nesta sexta-feira reuniões especiais de oração em todo o mundo, para lembrar os Bahá’ís do Irão e todos os seus compatriotas que são igualmente vítimas de opressão.
O segundo aniversário, afirmou a Casa Universal de Justiça, deve recordar-nos das "diversas formas de opressão" que estão sendo enfrentados pela comunidade bahá'í do Irão, incluindo os "interrogatórios, detenções arbitrárias e prisões, a privação de meios de subsistência, a destruição de bens e propriedades e a negação do acesso à educação para os estudantes bahá'ís."
quinta-feira, 13 de maio de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Repensar a Prosperidade
Serão os seres humanos escravos do seu egoísmo? Porque é que a maioria das teorias económicas reduz os seres humanos a consumidores insaciáveis de bens e objectos de manipulação pelo mercado? Como poderemos construir alternativas a uma cultura de consumismo?
Estas e outras questões são tema de análise num documento publicado pela Comunidade Internacional Bahá'í e apresentado esta semana à Comissão das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável.
O documento, intitulado "Repensar a Prosperidade: Criar Alternativas a Cultura do consumismo", desafia a visão de que há um conflito insanável entre o que as pessoas querem - o que supostamente será consumir mais – e o que a humanidade precisa.
Peter Adriance, membro da delegação da Comunidade Internacional Bahá'í na Comissão, descreveu a declaração como um contributo para um diálogo sobre desenvolvimento visando incentivar programas de promoção de consumo e produção sustentáveis. "O documento aborda o tema do consumismo, reflectindo sobre a questão da natureza humana", acrescentou. "Temos de olhar para o que somos e o é que nosso propósito na vida".
De facto, "a experiência humana é essencialmente de natureza espiritual: ela está enraizada na realidade interna - ou o que alguns chamam de "alma" - que todos nós temos em comum", afirmou.
"As faculdades necessárias para a construção de uma ordem social mais justa e sustentável - moderação, justiça, amor, razão, sacrifício e serviço ao bem comum - têm muitas vezes sido consideradas ideais ingénuas. Contudo, são essas e outras qualidades que devem ser exploradas... "
"A transição para a produção e consumo sustentáveis é um dos grandes desafios do nosso tempo, e para alcançá-lo necessitamos de uma transformação no pensamento e acção. As forças culturais em jogo são poderosas e devem ser reexaminadas, se pretendemos progredir", disse ele.
A declaração pode ser lida aqui.
Painel de Debate na ONU
Numa outra iniciativa para os trabalhos anuais da Comissão sobre Desenvolvimento Sustentável, a Comunidade Internacional Bahá'í irá co-patrocinar um painel de debate no dia 10 de Maio sobre o tema desta declaração.
Os participantes incluem Tim Jackson da Comissão para o Desenvolvimento Sustentável (do Reino Unido); Victoria Thoresen da Parceria Norueguesa para a Educação e Investigação sobre Vida Responsável; Jeff Barber da Coligação Internacional sobre a Produção e Consumo Sustentáveis (dos Estados Unidos); e Luis Flores Mimica da Consumers International (do Chile).
O debate será moderado por Duncan Hanks da Agência Bahá’í Canadiana par ao Desenvolvimento Internacional. É co-patrocinado pela UNESCO e pela Missão Permanente da Suécia nas Nações Unidas.
Estas e outras questões são tema de análise num documento publicado pela Comunidade Internacional Bahá'í e apresentado esta semana à Comissão das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável.
O documento, intitulado "Repensar a Prosperidade: Criar Alternativas a Cultura do consumismo", desafia a visão de que há um conflito insanável entre o que as pessoas querem - o que supostamente será consumir mais – e o que a humanidade precisa.
Peter Adriance, membro da delegação da Comunidade Internacional Bahá'í na Comissão, descreveu a declaração como um contributo para um diálogo sobre desenvolvimento visando incentivar programas de promoção de consumo e produção sustentáveis. "O documento aborda o tema do consumismo, reflectindo sobre a questão da natureza humana", acrescentou. "Temos de olhar para o que somos e o é que nosso propósito na vida".
De facto, "a experiência humana é essencialmente de natureza espiritual: ela está enraizada na realidade interna - ou o que alguns chamam de "alma" - que todos nós temos em comum", afirmou.
"As faculdades necessárias para a construção de uma ordem social mais justa e sustentável - moderação, justiça, amor, razão, sacrifício e serviço ao bem comum - têm muitas vezes sido consideradas ideais ingénuas. Contudo, são essas e outras qualidades que devem ser exploradas... "
"A transição para a produção e consumo sustentáveis é um dos grandes desafios do nosso tempo, e para alcançá-lo necessitamos de uma transformação no pensamento e acção. As forças culturais em jogo são poderosas e devem ser reexaminadas, se pretendemos progredir", disse ele.
A declaração pode ser lida aqui.
Painel de Debate na ONU
Numa outra iniciativa para os trabalhos anuais da Comissão sobre Desenvolvimento Sustentável, a Comunidade Internacional Bahá'í irá co-patrocinar um painel de debate no dia 10 de Maio sobre o tema desta declaração.
Os participantes incluem Tim Jackson da Comissão para o Desenvolvimento Sustentável (do Reino Unido); Victoria Thoresen da Parceria Norueguesa para a Educação e Investigação sobre Vida Responsável; Jeff Barber da Coligação Internacional sobre a Produção e Consumo Sustentáveis (dos Estados Unidos); e Luis Flores Mimica da Consumers International (do Chile).
O debate será moderado por Duncan Hanks da Agência Bahá’í Canadiana par ao Desenvolvimento Internacional. É co-patrocinado pela UNESCO e pela Missão Permanente da Suécia nas Nações Unidas.
terça-feira, 4 de maio de 2010
CRC - Conferências de Maio 2010
Mais uma vez, o Centro de Reflexão Cristã realiza as suas Conferências de Maio. Desta vez o tema é "Renovar a Igreja, Animar a Sociedade". Estas conferências têm lugar no Centro de Estudos da Ordem do Carmo (Rua de Santa Isabel, 128-130. Lisboa [Metro: Rato]) . A entrada é livre.
Aqui fica o calendário das conferências, com a indicação dos intervenientes.
1 – A Ousadia da Esperança
Dia 4 de Maio, 3ª feira, 18h30m
Eugénio Fonseca
João Wengorovius Menezes
Lourenço de Almeida
2 – Conversão Contemporânea e Criação Cultural
Dia 18 de Maio, 3ª feira, 18h30m
Fr. Bento Domingues
Emília Nadal
Jacinto Lucas Pires
3 – A Coragem de Agir
Dia 25 de Maio, 3ª feira, 18h30m
Francisco Sarsfield Cabral
José Leitão
P. Peter Stilwell
4 – A Demanda no Mundo da Incerteza
Dia 31 de Maio, 2ª feira, 18h30m
Eduardo Lourenço
P. José Tolentino de Mendonça
Maria de Sousa
Aqui fica o calendário das conferências, com a indicação dos intervenientes.
1 – A Ousadia da Esperança
Dia 4 de Maio, 3ª feira, 18h30m
Eugénio Fonseca
João Wengorovius Menezes
Lourenço de Almeida
2 – Conversão Contemporânea e Criação Cultural
Dia 18 de Maio, 3ª feira, 18h30m
Fr. Bento Domingues
Emília Nadal
Jacinto Lucas Pires
3 – A Coragem de Agir
Dia 25 de Maio, 3ª feira, 18h30m
Francisco Sarsfield Cabral
José Leitão
P. Peter Stilwell
4 – A Demanda no Mundo da Incerteza
Dia 31 de Maio, 2ª feira, 18h30m
Eduardo Lourenço
P. José Tolentino de Mendonça
Maria de Sousa
domingo, 2 de maio de 2010
O processo eleitoral Bahá'í
Imaginem uma eleição sem campanha eleitoral, sem facções políticas e sem candidatos...
Subscrever:
Mensagens (Atom)
