quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Concerning the election of the president




Mahmud's Diary
October 14, 1912
PleasantonCA
In the morning ‘Abdu’l-Bahá spoke about the election of the president of the republic. He said:
The president must be a man who does not insistently seek the presidency. He should be a person free from all thoughts of name and rank; rather, he should say, ‘I am unworthy and incapable of this position and cannot bear this great burden.’ Such persons deserve the presidency. If the object is to promote the public good, then the president must be a well-wisher of all and not a self-seeking person. If the object, however, is to promote personal interests, then such a position will be injurious to humanity and not beneficial to the public.

Perito da ONU preocupado com "clima de medo" no Irão


O perito das Nações Unidas para os direitos humanos no Irão, declarou à Assembleia Geral que está "profundamente preocupado" com a situação no país, descrevendo um "clima de medo", onde jornalistas, defensores dos direitos humanos e das minorias, enfrentam detenções injustificadas e prisões, sem esperança de conseguirem o devido processo legal.

Ahmed Shaheed reiterou o seu apelo para a libertação imediata de todos os "presos de consciência" no Irão, destacando o encarceramento atual de mais de 40 jornalistas e cerca de 30 defensores dos direitos humanos.

No seu relatório, o Dr. Shaheed também expressou o alarme para a ausência generalizada do direito de defesa, no Irão. Dos cerca de 99 ex-detidos que ele entrevistou, "cerca de 60% relataram a prática de isolamento prolongado, 80% afirmaram que foram espancados, e mais de 60% alegaram que não conseguiram ter acesso a um advogado."

Em discussões interativas, realizadas em 24 de outubro, diversas delegações nacionais levantaram especificamente a situação dos Bahá'ís, expressando a preocupação sobre a perseguição de minorias religiosas, no Irão. O Dr. Shaheed respondeu, os Bahá'ís, em particular, enfrentam perseguições, porque eles não são reconhecidos pelo governo iraniano como uma religião, o que leva à discriminação nomeadamente na educação.

Num seminário realizado dois dias antes, no Instituto Internacional da Paz de Nova Iorque, o Dr. Shaheed descreveu os Bahá'ís como "a minoria religiosa mais perseguida no Irão", observando que eles enfrentam uma série de discriminações - desde não poderem praticar a sua fé até à negação de acesso a serviços básicos.

DEBATE PARLAMENTAR NO REINO UNIDO

Em Londres, também na quarta-feira 24 de outubro, os membros do Parlamento do Reino Unido, de todas as tendências políticas, realizaram um debate em Westminster Hall, focando a perseguição sistemática, do governo iraniano, contra os Bahá'ís e outras minorias religiosas.

Alistair Burt, Subsecretário de Estado do Ministério dos Negócios Estrangeiros, disse que "nenhum Estado pode tratar as suas minorias religiosas desta forma. É ainda mais chocante, dado a base religiosa do actual regime e a sua reivindicação, tantas vezes afirmada, de respeitar os direitos humanos”, e disse que o Reino Unido continuará a apoiar o Dr. Shaheed "no seu papel crucial de investigar as violações dos direitos humanos e de obter um compromisso genuíno do Irão para resolver as preocupações internacionais".

Naomi Long, MP para Belfast Leste, disse que a perseguição aos Bahá'ís reflete uma "perseguição mais ampla dcontra outras minorias religiosas e culturais na sociedade iraniana."
"A situação é claramente grave", disse ela, "e o tratamento que é dado à comunidade Bahá'í é um indicador de até onde as autoridades iranianas estão dispostas a ir na perseguição a essas minorias."

Nas suas observações finais, o Sr. Burt apelou ao governo iraniano para abraçar valores como respeito mútuo e a tolerância. "O Irão tem um histórico vergonhoso de detenções de defensores dos direitos humanos, jornalistas e blogguers, e parece insensivelmente pronto para usar instrumentos, como a pena de morte, a fim de intimidar". "A determinação tranquila dos Bahá'ís de coexistir pacificamente com os seus compatriotas, como parte de uma sociedade iraniana diversificada, deve ser abraçada pelo governo do Irão”.

Tradução: Ivone Correia

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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Luxemburgo: Município homenageia Bahá’ís pelo seu 50º Aniversário


O 50º aniversário da primeira eleição da Assembleia Espiritual Nacional dos Bahá'ís do Luxemburgo foi comemorado com o descerrar de uma lápide num parque central da cidade. Na lápide estão inscritas as palavras de Bahá'u'lláh, "A Terra é um só país e a humanidade os seus cidadãos"

O evento teve lugar no Parc de Merl, em 30 de Outubro, com a presença do Presidente da Câmara Municipal, Xavier Bettel, acompanhado pela magistrada municipal Viviane Loschetter, membros do Conselho Municipal e outros convidados especiais. O Conselho também plantou um carvalho no parque como um oferta à comunidade Bahá’í para assinalar o aniversário.



"A árvore é um símbolo da vida", disse o presidente Bettel, "Ela cresce organicamente e dá frutos dos quais todos nós podemos beneficiar." "Eu também acredito firmemente que a nossa sociedade tem de se abrir para novos pensamentos e crenças que se tornaram parte desta sociedade..." acrescentou Bettel.

"A cidade do Luxemburgo não consiste apenas de 61 por cento de cidadãos estrangeiros, mas reúne também uma variedade cada vez maior de diferentes crenças e convicções. É por isso que eu plantei esta árvore como uma homenagem à comunidade Bahá'í."


Tradução: Ivone Correia 
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FONTE: Mayor pays tribute to Luxembourg Baha'is on anniversary (BWNS)

sábado, 3 de novembro de 2012

A creative life is a happy life

Amanda Enayati is a multi-platform writer and essayist. She writes Seeking Serenity, a popular CNN column about the quest for well-being and life balance in difficult times. She also contributes stories about happiness, mindfulness, creativity, innovation and technology to CNN Health and Living.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Concílio Vaticano II, 50 Anos Depois

José María Castillo é um dos Teólogo da Libertação, espanhol, jesuíta até Maio de 2007, data em que abandona a Companhia de Jesus. Foi Professor Catedrático na Faculdade de Teologia de Granada, professor convidado na Universidade Pontifícia Gregoriana de Roma, na Universidade Pontifícia Comillas, em Madrid e na Universidade Centroamericana "José Simeón Cañas" de El Salvador.

Em 1988, foi proibido pela Congregação para a Doutrina da Fé (Vaticano) de dar aulas na Universidade de Granada. Foi vice-presidente da Asociación de Teólogos y Teólogas Juan XXIII. Presentemente dedica-se a coordenar e a organizar cursos, conferências, congressos, seminários, etc. por toda a Espanha e América Latina. Em 2011 recebeu o doutoramento Honoris causa pela Universidade de Granada.

domingo, 28 de outubro de 2012

Aos 85 anos condenado por ser Bahá'í

Um cidadão iraniano com 85 anos de idade, Mohammad Hussein Nakha'i foi condenado a 3 anos de prisão por ser membro da comunidade Bahá’í.

De acordo com um relatório da Human Rights Activist News Agency (HRANA), o Sr. Mohammad Hussein Nakha'i, com 85 anos, residente na cidade de Birjand cidade cinco meses, foi detido e acusado de propaganda contra o regime e por ser membro da Comunidade Bahá'í foi condenado a 3 anos de prisão pelo tribunal revolucionário local.

Durante os primeiros anos da República Islâmica, o sr. Nakha'i já tinha cumprido uma pena de cinco anos na prisão de Gonbad, devido à sua religião.

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FONTE: 85 year old Baha’i man was sentenced to three years in prison

sábado, 27 de outubro de 2012

terça-feira, 23 de outubro de 2012

RENASCENÇA: Irão aperta o cerco a minorias religiosas

Cristãos e muçulmanos sunitas estão entre as comunidades perseguidas, mas os bahá’i são quem tem a vida mais difícil, alerta o relator especial das Nações Unidas.

O Irão tem aumentado a perseguição às minorias religiosas, considera o relator especial das Nações Unidas para os direitos humanos no Irão, Ahmed Shaheed.

A situação é complicada para todas as minorias, incluindo cristãos e muçulmanos sunitas, que gozam de reconhecimento oficial, mas segundo Shaheed quem mais sofre são os fiéis da comunidade Baha’i, que não é reconhecida, sendo tratados como hereges.

“Globalmente diria que os Bahá’i são a minoria mais perseguida no Irão. O número de fiéis detidos tem aumentado e neste momento já ultrapassa a centena, de acordo com informações a que tive acesso. Eles enfrentam toda uma série de discriminações, desde não poderem praticar a sua fé à negação de uma série de serviços básicos”, disse Shaheed, adiantando ainda que muitas vezes os Bahá’i são acusados de serem uma ameaça à segurança nacional.
Ahmed Shaheed preocupado com perseguição a minorias religiosas no Irão

A religião Bahá’í nasceu na Pérsia no século XIX, fundada por Mírzá Husayn-'Alí, conhecido como Bahá'u'lláh, que significa “A Glória de Deus”. Ainda existem naquele país cerca de 300 mil seguidores, que constituem a maior minoria não islâmica do Irão.

O Irão é uma teocracia cuja religião de Estado é um ramo do Islão Xiita. O país permite um certo grau de liberdade de prática religiosa para comunidades tradicionais de cristãos, judeus e sunitas, mas não permite qualquer forma de proselitismo nem conversões do Islão para qualquer outra religião.

De fora ficam as igrejas evangélicas cristãs, que se têm multiplicado no país, mas que são ilegais. Segundo Ahmed Shaheed cerca de 300 cristãos foram detidos desde meados de 2010: “Actualmente andam atrás de convertidos. Aqueles que se convertem do Islão, por exemplo, para o Cristianismo, são perseguidos e aqueles que evangelizam também são perseguidos”, afirmou, num encontro promovido pela International Peace Institute, em Nova Iorque.

Sanções afectam direitos humanos

O relator especial para os direitos humanos no Irão, que é natural das Maldivas, mostrou-se também preocupado com os efeitos das sanções impostas pelos países ocidentais sobre aquele país, considerando que estas ameaçam os direitos humanos dos cidadãos.

“Há relatos de falta de bens que têm um impacto sobre a capacidade de as pessoas realizarem os seus direitos humanos básicos, por exemplo de medicamentos”, afirmou, salvaguardando que não pode falar com autoridade sobre este assunto sem fazer mais investigação.
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FONTE: Irão aperta o cerco a minorias religiosas (Rádio Renascença)

sábado, 20 de outubro de 2012

Management vs. Leadership

Kambiz Poostchi, architect and systemic consultant for enterprises, is convinced that out present problems are systemic in nature and that they cannot be solved by price-meal-thinking and fragmented actions. Systemic leadership he considers being a key-function for organizations to be redefined. Filmed at EBBF Conference, Ericeira, Portugal.

domingo, 14 de outubro de 2012

THE GARDENER by Mohsen Makhmalbaf (Trailer)



'The Gardener', Mohsen Makhmalbaf's most recent creation, was filmed in Israel in the cities of Haifa and Jerusalem. 'The Gardener' will premiere at the 17th Busan International Film Festival, to be held October 4 - 13, 2012. Following Busan the film goes on screen in Beirut Film Festival on the 9th of October 2012 in Lebanon.

The film illustrates the clash between two Iranian generations regarding their perspectives on the positive and negative effects of religion on society. Makhmalbaf and his son, Maysam, represent each of these generations. 'The Gardener' is also an exploration of the principles and beliefs of the Baha'i Faith, a religion that originated around 170 years ago in Iran and counts today with millions of followers throughout the world. "Many of us Iranians," says Makhmalbaf, "know more about religions and schools of thought from Indian, Chinese, or Japanese origin than religions that have grown out of Iran. Maybe this has been willed by censorship. 'The Gardener' is an attempt to break this censorship."

domingo, 7 de outubro de 2012

A Fé Bahá'í, nas palavras de Amin Egea

Programa Caminhos, emitido hoje na RTP2.
Amin Egea, da Comunidade Bahá'í de Barcelona, responde a várias questões sobre a Fé Baha'í.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

O exclusivismo religioso é incompatível com a realidade actual

Especialmente no mundo globalizado dos nossos dias, em que os destinos, não só das nações como também de continentes inteiros, estão profundamente entrelaçados, a aceitação da realidade de outras fés é crucial para a paz e a felicidade humana. Além do mais, devido à comunicação moderna, ao turismo e à economia global, as religiões do mundo mantêm entre si um contacto diário. A era que em uma tradição e fé podia existir num ambiente completamente isolado desapareceu para todo o sempre. Tendo em conta esta nova realidade no nosso mundo, a única alternativa ao pluralismo religioso é um sentimento crescente de divisão e conflito. Por isso, em suma, o exclusivismo representa uma perspectiva incompatível com a realidade.

Dalai Lama, Caminhos da Fé, pag. 154