sábado, 8 de dezembro de 2012

Londres: Membros do Governo e Parlamento homenageiam 'Abdu'l-Bahá

Membros do Governo e do Parlamento britânico receberam mais de 80 Bahá’ís num evento impar, para homenagear 'Abdu'l-Bahá, 100 anos depois da Sua visita à Grã-Bretanha. Foi a primeira vez que o governo britânico organizou uma recepção especial especificamente para a comunidade Bahá'í.

'Abdu'l-Bahá (1844-1921) foi o filho mais velho de Bahá'u'lláh e nomeado Seu sucessor como líder da Fé Bahá'í. De 1910 a 1913, após uma vida de exílio e de prisão, 'Abdu'l-Bahá fez uma série de viagens históricas para apresentar os ensinamentos de Bahá'u'lláh para audiências fora do Médio Oriente. As Suas duas visitas às ilhas britânicas ocorreram em Setembro de 1911, e de Dezembro de 1912 a Janeiro de 1913.



A recepção foi organizada pelo Departamento Governamental para as Comunidades e Autoridades Locais, na quarta-feira, 28 de Novembro. Ao dar as boas-vindas aos convidados, o secretário de Estado Eric Pickles, agradeceu a contribuição que os Bahá’ís têm dado à sociedade britânica. Elogiou os "momentos de gentileza" que ele tinha observado entre os Bahá’ís, e acrescentou: "Nós não seríamos tão unidos sem os Bahá’ís na nossa comunidade."

Don Foster - Ministro para a Integração - declarou que, entre todas as pessoas importantes do seu círculo eleitoral de Bath, sentia-se orgulhoso de incluir Ethel Rosenberg, membro fundador da comunidade Bahá'í da Grã-Bretanha.

"Vocês continuam a distinguir-se nas profissões, nas artes e, particularmente, nas áreas vitais da educação e da resolução de conflitos", disse ele aos Bahá’ís. "A importante afirmação" de Abdu'l-Bahá que "devemos procurar juntos a paz e que devem cessar as diferenças de raça e divisões entre as religiões, é tão verdadeira hoje como era então", acrescentou.

Kishan Manocha, falando em nome da Assembleia Espiritual Nacional dos Bahá'ís do Reino Unido, agradeceu ao Sr. Pickles o ter sido o anfitrião deste evento, descrevendo-o como uma "enorme honra e prazer".

A escritora e atriz Annabel Knight - que é Bahá'í - observou que a visita de 'Abdu'l-Bahá foi uma ocasião marcante para a jovem comunidade, ajudando o pequeno grupo de Bahá’ís britânicos a cimentar a sua identidade e a colocar-se ao serviço da sua comunidade.

Tradução: Ivone Correia
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FONTE: A century on, legacy of ‘Abdu’l-Baha honored at UK government reception (BWNS)

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Quando César quer ser Deus

Esther Mucznik, ontem no Público:

O que se passa neste momento no Egipto é decisivo. Depois da eleição, em Junho deste ano, de Muhammad Morsi para presidente do Egipto, parecia abrir-se um novo ciclo em que o poder se estabilizava (e concentrava) nas mãos da Irmandade Muçulmana.
(...)Elaborado à pressa por uma assembleia constituinte totalmente composta por adeptos da Irmandade Muçulmana e salafistas, (depois da demissão em protesto de um terço dos deputados) o projecto constitucional mantém os “princípios da Sharia como fonte principal da legislação”, em conformidade com a antiga Constituição. Mas acrescenta uma nova disposição, segundo a qual esses princípios deverão ser interpretados à luz da doutrina sunita, permitindo uma leitura mais rigorista da lei islâmica. Tem uma formulação ambígua relativamente à protecção dos direitos dos cidadãos, condicionada “à verdadeira natureza da família” e “à ordem pública e moral”, proíbe os “insultos à pessoa individual” e os “insultos ao profeta”, o que abre a porta à censura, “reconhece as religiões do Livro”, mas exclui as outras, em particular os Bahai… Em relação às mulheres, o texto contempla a igualdade de todos os cidadãos perante a lei, lembrando no entanto o papel do Estado na salvaguarda do “equilíbrio entre as obrigações da mulher no quadro familiar e o seu trabalho público”… É contra esta versão constitucional considerada demasiado religiosa e perigosa para as liberdades que se ergue uma oposição que inclui laicos, cristãos e muçulmanos, mulheres e homens, pessoas do povo e da burguesia.
(...)Os princípios contidos no Corão, na Torá ou na Bíblia podem ser uma das fontes de inspiração para o poder político ou até da lei geral de um país, mas em nenhum caso a podem amarrar ou determinar. A separação entre as duas esferas é condição indispensável da liberdade individual de religião e consciência, é condição de um Estado de direito e democrático. Judeus, muçulmanos e cristãos podem lutar para influenciar as leis, os costumes, as tradições. Mas a esfera da sua influência é de ordem moral, não tem necessariamente tradução jurídica. Podem defender a proibição do aborto e até da contracepção, mas não podem legislar nesse sentido. O seu afastamento do poder é não só a garantia do carácter democrático da sociedade, como também da sua própria idoneidade como instituições religiosas.(...)

sábado, 1 de dezembro de 2012

Egipto vai proibir crianças Bahá’ís em escolas públicas

A Irmandade Muçulmana apoia a discriminação das minorias

De acordo com um artigo recente publicado no jornal egípcio Al-Sabah (A Manhã) , o actual ministro da Educação, Dr.Ibrahim Ghoniem, que também é membro da Irmandade Muçulmana, afirmou que não será permitida a admissão de crianças Bahá’ís em escolas públicas .

A entrevista abordava a sua visão sobre o futuro da educação no Egipto, e as suas intenções a respeito das acções do Ministério da Educação, a estrutura administrativa do sistema de ensino e suas relações com as diversas autoridades e sistemas relacionados com o Ministério.

Quando lhe foi perguntado "o que é a posição do Ministério sobre o direito dos "filhos" dos Bahá'ís a serem admitidos nas escolas do Ministério?" ele respondeu: "A lei da nação, com base nas leis do estado civil, é que ela não reconhece mais do que três religiões. [A Fé] Bahá’í não é nenhuma das três, e portanto os seus filhos não têm direito de admissão nas escolas do Ministério. "

Excerto da entrevista do Sr. Ghoniem ao jornal Al-Sabah

Muitos leitores poderão ver nestas palavras mais uma indicação de que a “Primavera Árabe” está a ser substituída por um “Inverno Árabe”. Outros denunciarão a crueldade de uma decisão profundamente injusta de um regime que afirma basear as suas leis na religião. E outros apontarão a mentalidade retrógrada de políticos que consideram justa uma decisão que visa discriminar alguns cidadãos com base em factores religiosos.

É verdade que com esta decisão o Egipto se afasta da modernidade e da democracia; o seu governo deixa de ser um governo de todos os egípcios para ser apenas um governo da Irmandade Muçulmana; a democracia egípcia ignora os mais elementares direitos humanos e passa a ser uma ditadura da maioria; o Ministério da Educação, que devia investir no bem-estar de todas as crianças egípcias, aposta em práticas ancestrais de discriminação (que também existiam no regime anterior).

Um outro aspecto das palavras do Sr. Ghoniem (que tem fama de ser um prestigiado educador) é bem revelador da mentalidade sexista dos novos governantes egípcios. O ministro refere apenas os "filhos" e ignorando completamente as "filhas"! Será que as filhas não existem? É esta a nova linguagem moderna e revolucionária, dos responsáveis pela educação da futura geração de egípcios? Onde está a igualdade de género? Será que as "filhas" estão isentas desta visão iluminada do Sr. Ministro? Poderão entrar nas escolas, ou será que nem sequer são dignas de consideração?


Mas será que um regime onde as crianças são privadas do direito à educação devido apenas às convicções religiosas dos seus pais, merecedor do apoio de organizações internacionais como o BERD e o FMI? Podem os países ocidentais fechar os olhos a estes actos e entregar um cheque ao Governo Egípcio como se tudo estivesse bem?

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SOBRE ESTE ASSUNTO:

ONU aprova resolução sobre Direitos Humanos no Irão

Edifício Sede da ONU
Citando uma longa lista de abusos, uma comissão da ONU expressou a sua "profunda preocupação" com "as contínuas e recorrentes” violações dos direitos humanos no Irão. Por uma votação de 83 contra 31 (e 68 abstenções), a Terceira Comissão da Assembleia Geral apelou ao Irão para parar com essas violações, para libertar os prisioneiros de consciência, e abrir as suas portas aos monitores internacionais dos direitos humanos.

Entre outras coisas, a resolução destaca o uso alarmante da pena de morte no Irão, a perseguição sistemática contra defensores dos direitos humanos, jornalistas e bloggers, e da "profunda desigualdade de género e violência contra as mulheres”. Também foi expressa a preocupação com a discriminação contínua contra as minorias, incluindo a perseguição aos Bahá’ís iranianos.

Esta foi a 25ª Resolução sobre as violações dos direitos humanos no Irão, pela Terceira Comissão, desde 1985 - e sua extensão e especificidade reflete o alarme contínuo da comunidade internacional relativamente ao aumento da violência do Governo contra os cidadãos iranianos, disse Bani Dugal, a principal representante da "Comunidade Bahá’í Internacional junto das Nações Unidas.

A Srª Dugal acrescentou: "A atmosfera no Irão continua a piorar para todos os cidadãos iranianos. Se o seu ponto de vista for diferente do regime autoritário do Irão, ficam imediatamente em sério perigo."

"Para os Bahá'ís - que são a maior minoria religiosa não muçulmana do Irão – continua a haver uma perseguição persistente, cada vez pior, às mãos do Governo e seus agentes, a qual tem sido acompanhada por um aumento de violência e uma intensificação deliberada de pressão, que visam despedaçar a vida da Comunidade Bahá’í como um todo, com o objectivo de destruir a sua viabilidade", declarou.

Referiu ainda que mais de 115 bahá'ís estão atrás das grades devido às suas convicções religiosas, e que mais algumas centenas estão a ser julgados em tribunal, à espera de saber qual será o seu destino.

O texto da resolução - que foi apresentada pelo Canadá e co-patrocinada por 43 outros países - também apela ao Irão para cooperar mais com os monitores dos direitos humanos da ONU, nomeadamente permitindo-lhes que visitem o Irão, e pede ao secretário-geral da ONU para informar, no próximo ano, sobre o progresso do Irão no cumprimento das suas obrigações no que respeita aos direitos humanos.

Tradução: Ivone Correia
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FONTE: UN vote registers "deep concern" over Iran's human rights violations (BWNS)

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Hungria: Personalidades em defesa dos Direitos Humanos no Irão

Na Hungria, um grupo de conhecidas personalidades, juntaram-se numa campanha para mostrar o seu apoio às vítimas de abusos dos direitos humanos no Irão. Com o título "Húngaros proeminentes pelos Direitos Humanos no Irão", declaram que querem estimular uma atenção internacional sustentada sobre esta questão, que inclui as contínuas violações enfrentadas pela comunidade Bahá'í iraniana do Irão.



"Espero sinceramente que a situação no Irão vá melhorar num futuro próximo, em direcção à democracia, ao reconhecimento dos direitos humanos fundamentais e à liberdade", disse a activista Kinga Göncz, membro do Parlamento Europeu e ex-ministra húngara dos Negócios Estrangeiros.

E acrescentou: "Todos sabemos - e eu acredito profundamente - que a cultura de um país fica muito enriquecida por qualquer tipo de diversidade, incluindo a diversidade religiosa. Se o Irão apoiasse as suas minorias religiosas, como a comunidade Bahá'í, isso só poderia engrandecer o país".

A cantora folk, conhecida internacionalmente, Márta Sebestyén - que é uma Artista da UNESCO para a Paz - disse que também ela estava triste com a situação no Irão, e acrescentou: "Os estudantes bahá'ís estão proibidos de frequentar a universidade e alguns jornalistas estão presos. Isto é muito doloroso. É o mesmo que cortar as asas a um pássaro ou dizer a alguém como eu, que não é livre para cantar."

Outras personalidades, que aderiram a campanha, incluem: a deputada Ágnes Osztolykán; as jornalistas Ilona Bayer, Soma Mamagésa e Kata Jaksity; os actores Sándor Csányi e Károly Gesztesi; o campeão internacional de esgrima, Ivan Kovács, e músicos, como Orsi Kozma e LL rapper Junior.

Outros destacados húngaros estão a unir-se para colocar mensagens de vídeo, de apoio à campanha, nos próximos meses, que podem ser vistas on-line neste link.

Tradução: Ivone Correia
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FONTE: Hungarian personalities speak out for human rights in Iran (BWNS)

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Censos 2011, Religião

Resumo dos resultados do Censos 2011 relativos à questão sobre Religião:

Zona Geográfica         
TOTAL
População que não respondeu
RELIGIÃO
Sem religião
Católica
Ortodoxa
Protestante
Outra cristã
Judaica
Muçulmana
Outra não cristã
  Portugal
8.989.849
744.874
7.281.887
56.550
75.571
163.338
3.061
20.640
28.596
615.332
    Continente
8.563.501
725.711
6.893.708
55.665
73.731
158.768
2.886
20.337
27.844
604.851
      Norte
3.132.449
178.602
2.772.730
6.323
11.070
42.524
676
2.263
5.946
112.315
      Centro
2.008.497
145.151
1.715.105
10.651
13.792
27.454
567
1.611
3.687
90.479
      Lisboa
2.383.995
289.338
1.642.916
22.203
34.639
67.457
1.149
14.202
14.469
297.622
      Alentejo
654.528
69.358
499.428
5.252
5.787
9.961
149
552
1.641
62.400
      Algarve
384.032
43.262
263.529
11.236
8.443
11.372
345
1.709
2.101
42.035
    Açores
202.575
9.382
184.696
225
823
1.959
129
136
332
4.893
    Madeira
223.773
9.781
203.483
660
1.017
2.611
46
167
420
5.588


NOTA: Esta questão aplica-se apenas à população residente em território português, com 15 ou mais anos de idade.

Quem desejar saber resultados de recenseamentos de outros anos pode consultar esta página.

sábado, 10 de novembro de 2012

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Concerning the election of the president




Mahmud's Diary
October 14, 1912
PleasantonCA
In the morning ‘Abdu’l-Bahá spoke about the election of the president of the republic. He said:
The president must be a man who does not insistently seek the presidency. He should be a person free from all thoughts of name and rank; rather, he should say, ‘I am unworthy and incapable of this position and cannot bear this great burden.’ Such persons deserve the presidency. If the object is to promote the public good, then the president must be a well-wisher of all and not a self-seeking person. If the object, however, is to promote personal interests, then such a position will be injurious to humanity and not beneficial to the public.

Perito da ONU preocupado com "clima de medo" no Irão


O perito das Nações Unidas para os direitos humanos no Irão, declarou à Assembleia Geral que está "profundamente preocupado" com a situação no país, descrevendo um "clima de medo", onde jornalistas, defensores dos direitos humanos e das minorias, enfrentam detenções injustificadas e prisões, sem esperança de conseguirem o devido processo legal.

Ahmed Shaheed reiterou o seu apelo para a libertação imediata de todos os "presos de consciência" no Irão, destacando o encarceramento atual de mais de 40 jornalistas e cerca de 30 defensores dos direitos humanos.

No seu relatório, o Dr. Shaheed também expressou o alarme para a ausência generalizada do direito de defesa, no Irão. Dos cerca de 99 ex-detidos que ele entrevistou, "cerca de 60% relataram a prática de isolamento prolongado, 80% afirmaram que foram espancados, e mais de 60% alegaram que não conseguiram ter acesso a um advogado."

Em discussões interativas, realizadas em 24 de outubro, diversas delegações nacionais levantaram especificamente a situação dos Bahá'ís, expressando a preocupação sobre a perseguição de minorias religiosas, no Irão. O Dr. Shaheed respondeu, os Bahá'ís, em particular, enfrentam perseguições, porque eles não são reconhecidos pelo governo iraniano como uma religião, o que leva à discriminação nomeadamente na educação.

Num seminário realizado dois dias antes, no Instituto Internacional da Paz de Nova Iorque, o Dr. Shaheed descreveu os Bahá'ís como "a minoria religiosa mais perseguida no Irão", observando que eles enfrentam uma série de discriminações - desde não poderem praticar a sua fé até à negação de acesso a serviços básicos.

DEBATE PARLAMENTAR NO REINO UNIDO

Em Londres, também na quarta-feira 24 de outubro, os membros do Parlamento do Reino Unido, de todas as tendências políticas, realizaram um debate em Westminster Hall, focando a perseguição sistemática, do governo iraniano, contra os Bahá'ís e outras minorias religiosas.

Alistair Burt, Subsecretário de Estado do Ministério dos Negócios Estrangeiros, disse que "nenhum Estado pode tratar as suas minorias religiosas desta forma. É ainda mais chocante, dado a base religiosa do actual regime e a sua reivindicação, tantas vezes afirmada, de respeitar os direitos humanos”, e disse que o Reino Unido continuará a apoiar o Dr. Shaheed "no seu papel crucial de investigar as violações dos direitos humanos e de obter um compromisso genuíno do Irão para resolver as preocupações internacionais".

Naomi Long, MP para Belfast Leste, disse que a perseguição aos Bahá'ís reflete uma "perseguição mais ampla dcontra outras minorias religiosas e culturais na sociedade iraniana."
"A situação é claramente grave", disse ela, "e o tratamento que é dado à comunidade Bahá'í é um indicador de até onde as autoridades iranianas estão dispostas a ir na perseguição a essas minorias."

Nas suas observações finais, o Sr. Burt apelou ao governo iraniano para abraçar valores como respeito mútuo e a tolerância. "O Irão tem um histórico vergonhoso de detenções de defensores dos direitos humanos, jornalistas e blogguers, e parece insensivelmente pronto para usar instrumentos, como a pena de morte, a fim de intimidar". "A determinação tranquila dos Bahá'ís de coexistir pacificamente com os seus compatriotas, como parte de uma sociedade iraniana diversificada, deve ser abraçada pelo governo do Irão”.

Tradução: Ivone Correia

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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Luxemburgo: Município homenageia Bahá’ís pelo seu 50º Aniversário


O 50º aniversário da primeira eleição da Assembleia Espiritual Nacional dos Bahá'ís do Luxemburgo foi comemorado com o descerrar de uma lápide num parque central da cidade. Na lápide estão inscritas as palavras de Bahá'u'lláh, "A Terra é um só país e a humanidade os seus cidadãos"

O evento teve lugar no Parc de Merl, em 30 de Outubro, com a presença do Presidente da Câmara Municipal, Xavier Bettel, acompanhado pela magistrada municipal Viviane Loschetter, membros do Conselho Municipal e outros convidados especiais. O Conselho também plantou um carvalho no parque como um oferta à comunidade Bahá’í para assinalar o aniversário.



"A árvore é um símbolo da vida", disse o presidente Bettel, "Ela cresce organicamente e dá frutos dos quais todos nós podemos beneficiar." "Eu também acredito firmemente que a nossa sociedade tem de se abrir para novos pensamentos e crenças que se tornaram parte desta sociedade..." acrescentou Bettel.

"A cidade do Luxemburgo não consiste apenas de 61 por cento de cidadãos estrangeiros, mas reúne também uma variedade cada vez maior de diferentes crenças e convicções. É por isso que eu plantei esta árvore como uma homenagem à comunidade Bahá'í."


Tradução: Ivone Correia 
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FONTE: Mayor pays tribute to Luxembourg Baha'is on anniversary (BWNS)

sábado, 3 de novembro de 2012

A creative life is a happy life

Amanda Enayati is a multi-platform writer and essayist. She writes Seeking Serenity, a popular CNN column about the quest for well-being and life balance in difficult times. She also contributes stories about happiness, mindfulness, creativity, innovation and technology to CNN Health and Living.