
"Povo de Bahá" é uma expressão frequentemente utilizada nas Escrituras Bahá'ís para designar os crentes em Bahá'u'lláh, i.e., os Bahá’ís.
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quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Ai que saudades do Scolari!
Se o futebol é um desígnio nacional, então, a selecção mostrou que Portugal está em recessão. E as perspectivas de crescimento são negativas.


terça-feira, 29 de julho de 2008
O Parecer de Freitas do Amaral
O momento alto do defeso futebolístico português foi sem dúvida o parecer de Freitas do Amaral sobre as decisões do Conselho de Justiça e as reacções que se seguiram. Assim que foi conhecido o teor desse parecer - que confirmava a despromoção do Boavista e o castigo ao presidente do FC Porto - sucederam uma série de reacções bem reveladoras de uma certa mentalidade tacanha e patética, que parece bem característica do dirigismo desportivo português.
Veja-se por exemplo a reacção de José Guilherme Aguiar, que se apressou a considerar o parecer como fantasioso, apesar de ter admitido que ainda não o tinha lido. Será que este jurista trabalha assim? Será que tem por hábito falar daquilo que não conhece?
Igualmente patético foi a reacção do actual presidente do Boavista, Álvaro Braga Júnior, ameaçando responsabilizar a Comissão Disciplinar da Liga e a Federação Portuguesa de Futebol, pela despromoção do Boavista. Porque será que não se lembra de responsabilizar nenhum elemento da família Loureiro?
Pior que isto, foi a reacção da SAD do FC Porto que anteriormente elogiara a escolha do Professor como sendo a mais ilustre autoridade do Direito Administrativo Português. Num comunicado, estes senhores consideraram o parecer como "excessivamente parcial". Talvez os senhores da SAD azul e branca admitissem que o parecer pudesse ser ligeiramente (ou medianamente) parcial; mas parcialidade excessiva é coisa que eles não admitem…
O parecer de Freitas do Amaral, como escreve hoje João Miguel Tavares no DN (num texto notável!), "sublinha apenas o óbvio, com a vantagem de sustentar esse óbvio com argumentos jurídicos irrefutáveis e numa linguagem compreensível por qualquer mortal". Na minha opinião, era importante que as consequências deste parecer, mais do que uma punição para um dirigente desportivo e de um clube, permitissem a credibilização do futebol português.
Veja-se por exemplo a reacção de José Guilherme Aguiar, que se apressou a considerar o parecer como fantasioso, apesar de ter admitido que ainda não o tinha lido. Será que este jurista trabalha assim? Será que tem por hábito falar daquilo que não conhece?
Igualmente patético foi a reacção do actual presidente do Boavista, Álvaro Braga Júnior, ameaçando responsabilizar a Comissão Disciplinar da Liga e a Federação Portuguesa de Futebol, pela despromoção do Boavista. Porque será que não se lembra de responsabilizar nenhum elemento da família Loureiro?
Pior que isto, foi a reacção da SAD do FC Porto que anteriormente elogiara a escolha do Professor como sendo a mais ilustre autoridade do Direito Administrativo Português. Num comunicado, estes senhores consideraram o parecer como "excessivamente parcial". Talvez os senhores da SAD azul e branca admitissem que o parecer pudesse ser ligeiramente (ou medianamente) parcial; mas parcialidade excessiva é coisa que eles não admitem…
O parecer de Freitas do Amaral, como escreve hoje João Miguel Tavares no DN (num texto notável!), "sublinha apenas o óbvio, com a vantagem de sustentar esse óbvio com argumentos jurídicos irrefutáveis e numa linguagem compreensível por qualquer mortal". Na minha opinião, era importante que as consequências deste parecer, mais do que uma punição para um dirigente desportivo e de um clube, permitissem a credibilização do futebol português.
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Obrigado Scolari!

Foram cinco anos em que Portugal teve uma equipa de que jogou um futebol agradável. As vitórias morais foram substituídas por vitórias reais. Não ganhámos nenhum titulo nestes cinco anos, mas fomos mais longe do que alguma vez tínhamos ido. Não foste infalível, não foste um constante vencedor, mas foste muito melhor do que aqueles que te precederam.
Que sejas feliz e vitorioso no Chelsea!
domingo, 3 de fevereiro de 2008
domingo, 20 de janeiro de 2008
sexta-feira, 13 de julho de 2007
A indisciplina no futebol
Se há momentos em que uma pessoa tem vergonha de ser português, este foi um deles. Ocorreu ontem durante o jogo Portugal-Chile, a contar para o Mundial de Sub-20 Canada 2007. O video seguinte mostra o que aconteceu no final do encontro.
Só espero que não haja tentativas para justificar este tipo de comportamentos.
Após o Mundial de 2002, aquele em que João Pinto deu um murro num árbitro, defendi (para escândalo de alguns sportinguistas) que aquele jogador devia ser irradiado. Um jogador de futebol é uma figura pública – um ídolo para tantos jovens – cujo comportamento não pode passar uma mensagem de que a violência é uma reacção legítima no desporto.
Numa situação destas, o jogador é o principal responsável; mas não é o único. Que liderança existiu da parte da equipa técnica para impedir que este tipo de situações se verificasse? E os dirigentes da Federação Portuguesa de Futebol fizeram alguma coisa para impedir isto além de um discurso?
Há mais de 15 anos, Carlos Queirós era treinador do Sporting, e ali despontavam jovens vedetas como Figo e Peixe. Houve um jogo em que os ânimos se exaltaram e houve um cena de empurrões que ameaçava degenerar em agressões. Figo e Peixe (este último tinha fama de ser mau como as cobras) já se começavam a envolver no "barulho" quando Carlos Queirós apontou o dedo para eles e gritou: "Tu e tu! Fora da confusão!"
Os jogadores obedeceram. Tinham ali um líder.
Só espero que não haja tentativas para justificar este tipo de comportamentos.
Após o Mundial de 2002, aquele em que João Pinto deu um murro num árbitro, defendi (para escândalo de alguns sportinguistas) que aquele jogador devia ser irradiado. Um jogador de futebol é uma figura pública – um ídolo para tantos jovens – cujo comportamento não pode passar uma mensagem de que a violência é uma reacção legítima no desporto.
Numa situação destas, o jogador é o principal responsável; mas não é o único. Que liderança existiu da parte da equipa técnica para impedir que este tipo de situações se verificasse? E os dirigentes da Federação Portuguesa de Futebol fizeram alguma coisa para impedir isto além de um discurso?
Há mais de 15 anos, Carlos Queirós era treinador do Sporting, e ali despontavam jovens vedetas como Figo e Peixe. Houve um jogo em que os ânimos se exaltaram e houve um cena de empurrões que ameaçava degenerar em agressões. Figo e Peixe (este último tinha fama de ser mau como as cobras) já se começavam a envolver no "barulho" quando Carlos Queirós apontou o dedo para eles e gritou: "Tu e tu! Fora da confusão!"
Os jogadores obedeceram. Tinham ali um líder.
domingo, 27 de maio de 2007
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