Arnaldo Saavedra, partilha algumas recordações da sua experiência como pioneiro Bahá'í em Moçambique (1975-1976)
"Povo de Bahá" é uma expressão frequentemente utilizada nas Escrituras Bahá'ís para designar os crentes em Bahá'u'lláh, i.e., os Bahá’ís.
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quinta-feira, 2 de julho de 2009
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Ser Bahá'í em Moçambique: Francisco Novais
Francisco Novais, membro da Comunidade Bahá'í, partilha algumas recordações sobre Moçambique, país onde viveu entre 1964 e 1975.
sexta-feira, 8 de setembro de 2006
Luisa Diogo
Fernando Alves na TSF, perguntava hoje de manhã se alguém sabia o nome do primeiro ministro de Moçambique. "Guebuza ou Mocumbi" pensei cá para mim. Mas Fernando Alves surpreende-me: "Luísa Diogo". Depois de descrever o seu percurso profissional (foi ministra das finanças e planeamento, antes de ter assumido o cargo de primeiro ministro em 2004), o jornalista da TSF questiona: "Como é possível que a esmagadora maioria dos portugueses desconheçam esta mulher?"

Confesso a minha ignorância. Nunca tinha ouvido falar nela. Mas também me questiono como é possível os media portugueses ignorarem a única voz da lusofonia que a Forbes incluiu – pela 3ª vez consecutiva – na lista das 100 mulheres mais influentes em todo o mundo.
Esta situação recordou-me as palavras de uma amiga que uma vez me disse que a maioria dos homens tem uma perspectiva demasiadamente masculina da realidade. Quase de forma inconsciente associamos homens aos órgãos de poder. E citou-me um(a) autor(a): "As mulheres têm de trabalhar o dobro dos homens para receberem metade da consideração que os homens recebem".
Talvez seja isso que esteja a acontecer com a atenção que os media portugueses dão a Luísa Diogo.

Confesso a minha ignorância. Nunca tinha ouvido falar nela. Mas também me questiono como é possível os media portugueses ignorarem a única voz da lusofonia que a Forbes incluiu – pela 3ª vez consecutiva – na lista das 100 mulheres mais influentes em todo o mundo.
Esta situação recordou-me as palavras de uma amiga que uma vez me disse que a maioria dos homens tem uma perspectiva demasiadamente masculina da realidade. Quase de forma inconsciente associamos homens aos órgãos de poder. E citou-me um(a) autor(a): "As mulheres têm de trabalhar o dobro dos homens para receberem metade da consideração que os homens recebem".
Talvez seja isso que esteja a acontecer com a atenção que os media portugueses dão a Luísa Diogo.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2005
Moçambique tem motivos para sorrir?
Sob o título, Mozambique: Illuminating lives, uma foto-reportagem no site da BBC. É mesmo assim, José Flávio? Moçambique tem motivos para sorrir?
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