"Povo de Bahá" é uma expressão frequentemente utilizada nas Escrituras Bahá'ís para designar os crentes em Bahá'u'lláh, i.e., os Bahá’ís.
sábado, 14 de março de 2009
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Rain Wilson: Stop religious persecution in Iran (CNN)
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I am a member of the Baha'i faith. What is that, you ask? Well, long story short, it's an independent world religion that began in the mid-1800s in Iran. Baha'is believe that there is only one God and therefore only one religion.
All of the world's divine teachers (Jesus, Muhammad, Buddha, Moses, Abraham, Krishna, etc.) bring essentially the same message -- one of unity, love and knowledge of God or the divine.
This constantly updated faith of God, Baha'is believe, has been refreshed for this day and age by our founder, Baha'u'llah. There. Nutshell version.
Now, as I mentioned, this all happened in Iran, and needless to say the Muslim authorities did not like the Baha'is very much, accusing them of heresy and apostasy. Tens of thousands were killed in the early years of the faith, and the persecutions have continued off and on for the past 150 years.
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Why write about all this now? Well, I'm glad you asked. You see there's a 'trial' going on very soon for seven Baha'i national leaders in Iran.
They've been accused of all manner of things including being "spies for Israel," "insulting religious sanctities" and "propaganda against the Islamic Republic."
They've been held for a year in Evin Prison in Tehran without any access to their lawyer (the Nobel Laureate Shirin Ebadi) and with zero evidence of any of these charges.
When a similar thing happened in 1980, the national leadership of the Iranian Baha'i community disappeared. And this was repeated again in 1981.
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Full Commentary / Comentário Completo
quarta-feira, 5 de março de 2008
Rain Wilson, no NEBY 2008
Rain Wilson, actor conhecido da série The Office, fala para uma plateia de 800 pessoas durante o Northeast Baha'i Youth Festival 2008, em Stamford, Connecticut, EUA. Mais do que uma palestra sobre religião, o actor mostra como o humor e a arte de representar estão no seu sangue. Mas no âmago das suas palavras há mensagens simples: que cada um siga o seu caminho espiritual.
Não deixa de ser curioso que, apesar de ter nascido numa família bahá’í, Rain Wilson afastou-se desta religião quando tinha 20 anos. Não era um renegado ou um apóstata. Como ele próprio diz, estava a fazer aquilo que os baha’is são encorajados a fazer: investigar individualmente a verdade.
sexta-feira, 25 de maio de 2007
Rainn Wilson

O texto que se segue é um excerto de uma entrevista publicada no BWNS. A entrevista completa pode ser lida aqui.
Pergunta: Rainn, como foi crescer na Fé Bahá'í?
Rainn Wilson: Quando se cresce com uma base espiritual que nos exige sermos conscientes do facto de todas as raças serem iguais, que homens e mulheres são iguais, que todas as religiões adoram o mesmo Deus, isto ajuda-nos a ver o mundo como uma família e a não ficar perdidos nas armadilha dos sistemas de convicções políticas, sociais e económicas que nos desviam. Sempre me vi como um cidadão do mundo. É uma coisa poderosa.
Pergunta: Você afastou-se da Fé Baha’i quando tinha 20 anos e regressou 10 anos mais tarde. O que aconteceu nessa década?
RW: Estive em Nova Iorque, a frequentar a escola de actores, e atravessava uma fase rebelde. Não queria que ninguém me dissesse o que devia fazer. Estava desencantado com as coisas que eram organizadas. Era uma viagem espiritual e eu estava presente. E isto reflectia-se e apoiava-se num dos princípios básicos da Fé Bahá’í que obriga cada investigador espiritual a empreender uma busca individual da verdade.
Comecei do nível zero. Decidi que não sabia se existia Deus. Li livros das religiões do mundo. Perguntei a mim próprio: “Se existe um Deus como poderemos saber o que Ele quer que nós façamos e o que é que Ele quer para nós? Lemos livros? Compramos cristais? Seguimos alguns gurus? Sentamo-nos debaixo de uma árvore? Porque este criador omnisciente deve ter alguma espécie de plano preparado para a humanidade”.
Pergunta: E essa linha de pensamento trouxe-o de volta para a Fé Bahá’í?
RW: Sim, trouxe-me de volta para a maneira Bahá’í de ver as coisas. Compreendi que acreditava em Deus. Não podia conceber o universo sem alguém que o cuidasse dele com compaixão. E fazia-me sentido que Deus fosse revelando gradualmente um plano para a humanidade. Que existe uma revelação progressiva – a crença bahá’í de que Deus envia Mensageiros para cada dia e era. Reli os livros sobre a Fé Bahá’í . E voltei a acreditar que Bahá'u'lláh é o Mensageiro Prometido para este dia e era. A minha busca decorreu entre os 21 e os 31 anos. Hoje tenho 41.
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Pergunta: Como é ser Bahá’í em Hollywood?
RW: A maioria das pessoas tende a associar Hollywood com a corrupção... Shoghi Effendi escreveu sobre isto. O problema é que tudo o que se houve nas notícias é sobre superficialidade, imoralidade e degradação em Hollywood. Apenas uma certa percentagem da população é assim. É provavelmente a mesma percentagem entre médicos, advogados, correctores da bolsa ou qualquer outra profissão. Algumas das pessoas mais moralmente mais conscienciosas, generosas, compassivas estão no mudo do espectáculo, pessoas que querem influenciar o mundo, transformando-o num local melhor contando histórias humanas que tocam o coração.
A maioria das pessoas em Hollywood nunca ouviram falar da Fé Bahá’í, e por isso fazem perguntas. Tive a oportunidade de a mencionar em vários artigos e entrevistas na TV, como o “The Late Late Show with Craig Ferguson."
Há alguns anos que eu e a Holly [a esposa] temos organizado um “serão de crença” – uma reunião devocional em nossa casa para a qual convidamos pessoas de diferentes religiões. Pedimo-lhes que tragam algo para partilhar sobre o seu caminho espiritual. Acreditar em Deus não é um requisito [para participar] Tivemos ateus, cientistas cristãos, monges budistas...
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Pergunta: Qual é o seu aspecto favorito da Fé Bahá’í?
RW: Adoro a formo como a Fé é democrática, isto é, não tem clero, ninguém nos diz como devemos interpretar a palavra de Deus. Neste dia e nesta era vemos como o clero corrupto pode levar a humanidade por tantos caminhos maus.
A minha citação preferida na Fé Bahá’í é de 'Abdu'l-Bahá: "Se a religião é motivo de desunião, então, em verdade, a irreligião é preferível" (...)
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A entrevista no The Late Late Show with Craig Ferguson:
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A ler:
Rainn Wilson in Time Magazine
Rain Wilson Fan Site
Schrute-Space – Blog de Rainn Wilson na personagem de Dwight Schrute