sábado, 10 de setembro de 2005

Um curiosidade

Uma curiosidade publicada na edição do Expresso (revista Única) de hoje:

Deus anti-stresse

Pensar em Deus diminui a ansiedade e aumenta a resistência à dor. Esta é a tese avançada por um grupo de cientistas norte-americanos, depois de terem realizado várias experiências com jovens que foram divididos em vários grupos de meditação. Ao primeiro grupo foi pedido que repetissem inúmeras vezes frases do tipo "Deus é amor"; o segundo tinha de dizer "sou feliz" e o terceiro tinha, simplesmente, de relaxar. Durante o período em que durou o estudo, os voluntários desempenhavam algumas tarefas e experiências que envolviam dor, enquanto eram acompanhados por uma equipa de psicólogos que avaliava o seu estado de ânimo. No final, o grupo de crentes provou revelar menor ansiedade e maior resistência à dor. A explicação avançada pelos cientistas é que, ao pensar em Deus, os praticantes conseguiram alcançar um estado mais complexo de tranquilidade, que pode não ser atingido pela simples prática de meditação secular ou relaxamento.

4 comentários:

mister disse...

Já so falta provar que ser benfiquista provoca stress.

Marco disse...

Ó mister!
Qual é o stress dos benfiquistas? Eles até já conseguiram marcar o um golo neste campeonato...
:-)

pedro disse...

Primeiro que tudo, o mais importante. O Glorioso já marcou um golo, eheheh.

Interessante estudo. Mas pensar em Deus deve fluir naturalmente, e só assim, a meu ver, pode ser tranquilizador e benéfico. A fé continua a ser algo de misterioso e de inexplicável e nunca deve ser forçada.

dina disse...

concordo com o Pedro em tudo.
primeiro : a esperança é a última a morrer e o glorioso há-de ser isso mesmo ainda este ano
segundo : custa-me a acreditar que umas simples frases a mencionar Deus sitvam para alguma coisa, se não for natural e de vontade própria
terceiro : estes estudos parecem-me sempre mais um "passar o tempo", é que há uns dias saiu um outro estudo em que dizia que os "crentes" não tinham melhoras significativas quando comparados com "não crentes", quando numa cama de hospital.