
É um imperativo de consciência ajudar o nosso próximo. Mas ajudar alguém num país distante, que nunca conhecemos, nunca viremos a conhecer, e que provavelmente nunca retribuirá a nossa ajuda, é um acto de cidadania mundial. Depois das acções de socorro às vítimas das tragédias em Myanmar e na China, seria bom que a Comunidade Internacional considerasse a necessidade de criar uma força internacional de socorro e apoio a povos vítimas de calamidades naturais. Numa aldeia, todos se conhecem e todos se entrajudam; na Aldeia Global deve acontecer a mesma coisa.
